Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Eleições na Hungria: difícil imaginar Orbán a ceder o poder

Oposição cede para viabilizar mudança de regime e fim de 16 anos de Orbán; Parlamento húngaro ficará na direita, com Orbán, Magyar e possivelmente Mi Hazánk

O deputado parlamentar do Momentum, David Bedö, e o deputado independente, Ákos Hadházy, protestam contra um projecto de lei no Parlamento húngaro que baniria a marcha anual do Orgulho (Pride) na Hungria e imporia multas aos organizadores e aos participantes no evento, em Budapeste, na Hungria.
0:00
Carregando...
0:00
  • A oposição desistiu de apoiar o principal partido oposicionista para aumentar as hipóteses de mudança de regime e pôr fim a 16 anos de Viktor Orbán como primeiro-ministro.
  • O próximo Parlamento da Hungria deverá restringir-se a direita, direita e possivelmente mais direita, com Orbán a liderar um bloco populista de direita.
  • Orbán governa sob um regime considerado de democracia iliberal ou autoritarismo competitivo, segundo a perspetiva comum nas sondagens.
  • Péter Magyar, antigo membro do governo, formou um partido conservador e está em primeiro nas sondagens de opinião.
  • O partido Mi Hazánk (A Nossa Pátria), de extrema-direita, está próximo do limiar de entrada no Parlamento, de 5%.

A oposição na Hungria desistiu de competir separadamente para apoiar o principal partido da oposição, com o objetivo de ampliar as hipóteses de mudança de regime e encerrar 16 anos de liderança de Viktor Orbán. A manobra visa aumentar a pressão sobre o atual governo antes das próximas eleições.

Entre os principais intervenientes estão Viktor Orbán, cujo governo é visto como autoritarismo competitivo por parte de críticos; Péter Magyar, antigo membro do executivo que migrou para a criação de um novo partido e surge com perspetivas de liderança; e o Mi Hazánk, partido de extrema-direita que pode ficar à porta do Parlamento caso ultrapasse o limiar de 5%.

A composição provável do próximo Parlamento aponta para uma maioria entre a direita, a centro-direita e possíveis representantes de partidos mais radicais. Os cenários analisados indicam uma consolidação do bloco de direita, com o Mi Hazánk a depender dos resultados para entrar ou não na instituição.

Aliança da oposição

A estratégia de união da oposição surge num momento de desafio institucional para o governo de Orbán. A operação pretende facilitar uma alternância de poder, em consonância com a história recente de tensões entre o atual executivo e as forças políticas oposicionistas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais