- A eleição dos cinco representantes da Assembleia da República no Conselho de Estado será feita com listas separadas, diferente do que aconteceu há dois anos.
- Os eleitos serão apurados pelo método de Hondt, o que pode combinar nomes das listas do PSD/Chega e do PS na composição final.
- A lista de direita, encabeçada pela vice-presidente do PSD Leonor Beleza, aparece com André Ventura em segundo lugar.
- Pacheco de Amorim deverá falhar a eleição para o órgão de consulta do Presidente da República, e o nome de José Luís Carneiro fica de fora da lista socialista.
Ao contrário de há dois anos, a eleição dos cinco representantes da Assembleia da República (AR) no Conselho de Estado será realizada com listas separadas. A apuramento seguirá o método de Hondt, o que poderá resultar na presença de nomes de ambas as listas — PSD/Chega e PS — na composição final do órgão de consulta do Presidente da República.
A lista encabeçada pela direita é liderada pela vice-presidente do PSD, Leonor Beleza, com André Ventura em segundo na ordem de candidatos. Este conjunto de propostas distingue-se da lista do PS, que já apresentou os seus nomes de candidatura.
Pacheco de Amorim é apontado como possível não eleito para o Conselho de Estado. Já José Luís Carneiro fica de fora da lista apresentada pelos socialistas, ultrapassado pela dinâmica de apuramento prevista com Hondt.
A mudança de procedimento e de perspectivas para o órgão de consulta têm como resultado esperado uma composição multipartidária, refletindo o sistema de listas distintas. O processo decorre no âmbito da Assembleia da República e envolve a contabilização dos votos para cada lista, segundo o método de Hondt.
Contexto do processo
A eleição para o Conselho de Estado ocorre a partir de listas apresentadas pelos partidos, com os cinco lugares a ocupar. O uso do método de Hondt poderá influenciar a ordem final de eleição, formando a nova composição do órgão.
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