- O presidente da República, António José Seguro, começou na Sertã a sua primeira presidência aberta, para acelerar apoios às zonas afetadas pelo mau tempo.
- Em Pedrógão Pequeno, Seguro ouviu moradores que exigem a reabertura de um troço da Estrada Nacional 2, encerrado desde a passagem da tempestade Kristin, e prometeu levar o assunto à reunião semanal com o primeiro-ministro.
- A iniciativa, que decorre ao longo de cinco dias, pretende acompanhar no terreno os efeitos das intempéries e avaliar necessidades de resposta.
- Seguro afirmou que a presidência aberta serve para ouvir quem precisa, acompanhar o que correu bem e o que atrasou nos apoios, e disse que a tragédia não supera a capacidade de recuperação das comunidades.
- O chefe de Estado pediu ainda aos portugueses que escolham o interior como destino de férias, como contributo para a retoma económica das regiões afetadas, com o encerramento da viagem em Tomar.
O Presidente da República, António José Seguro, iniciou hoje na Sertã a primeira presidência aberta da sua atual legislatura. O objetivo é pressionar a aceleração dos apoios às zonas afetadas pelo mau tempo e dar visibilidade aos atrasos na recuperação. A deslocação inclui contacto direto com populações e empresários.
Em Pedrógão Pequeno, na Sertã, Seguro manteve contacto com meia centena de pessoas para ouvir demandas sobre a reabertura de um troço da Estrada Nacional 2 (EN2), encerrado desde a passagem da tempestade Kristin. O objetivo é levar o tema à reunião semanal com o Primeiro-Ministro.
Esta presidência aberta decorre ao longo de cinco dias e estende-se por vários concelhos do Centro, terminando em Tomar. O Chefe de Estado pretende acompanhar no terreno os efeitos das intempéries, avaliar necessidades de resposta e ouvir as comunidades afetadas.
Segue-se a pressão por soluções de apoio, com Seguro a sublinhar a responsabilidade conjunta do Estado. A intervenção foca ainda a avaliação do que correu bem ou mal na gestão da crise e dos apoios enviados.
O Presidente da República insistiu na participação dos portugueses na recuperação, apelando a uma resposta coletiva para enfrentar a situação. A iniciativa visa dar voz a quem precisa de fazer ouvir as suas reivindicações.
Seguro reiterou que a presidência aberta pretende testemunhar progressos e atrasos, afirmando que a tragédia não supera a capacidade de recuperação das comunidades. A abertura serve para monitorizar a implementação de apoios.
Além de Pedrógão Pequeno, a visita envolve deslocações a localidades ao longo do interior, com a finalidade de apurar necessidades de resposta, antes de encerrar a digressão em Tomar.
No discurso, o chefe de Estado referiu ainda a importância de manter o interior como destino turístico para impulsionar a retoma económica regional. Um incentivo para uma melhoria sustentável das áreas afetadas.
Em paralelo, a agenda prevê manter o contacto com autoridades locais e representantes das populações afetadas, para aferir prioridades de recuperação e prazos de implementação de medidas já anunciadas.
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