- António José Seguro iniciou, esta segunda-feira, na Sertã a sua primeira Presidência Aberta, dedicada a acompanhar a recuperação das zonas afetadas pelas tempestades.
- Durante a manhã, o presidente ouviu queixas sobre o encerramento da N2, com promessas de levar o tema à reunião semanal de terça-feira com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, em Tomar.
- Luís Dias, empresário do turismo, afirma que o encerramento bloqueia o acesso principal de ciclomotores, veículos sem carta e tratores; o IC8 não é utilizável por estes utentes.
- Dias sustenta que o encerramento ocorreu por risco de derrocada desde a tempestade Kristin, mas defende que a obra de sustentação dos taludes é necessária e que a estrada devia abrir já.
- A Câmara Municipal da Sertã alerta que a N2 é crucial para o desenvolvimento económico da região, e o assunto é visto como prioridade pela população.
Na Sertã, António José Seguro iniciou esta segunda-feira a sua primeira Presidência Aberta, com uma tarja onde se lia que a N2 é a sobrevivência da população. Prometeu levar o tema à reunião semanal com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, em Tomar.
À espera de Seguro estava Luís Dias, empresário do turismo em Pedrógão Pequeno, que considera o encerramento da via uma penalização para a região. Afirmou que a N2 é o único acesso para ciclomotores, veículos sem carta e tratores, pois o IC8 não é utilizável por esses utilizadores.
Dias explicou que o encerramento ocorreu por perigo de derrocada após a tempestade Kristin, mas entende que o risco sempre existiu. Defende que basta uma intervenção de sustentação dos taludes para abrir a estrada, ainda que com trânsito alternado.
Perspetivas locais
O presidente da Câmara Municipal da Sertã, Carlos Miranda, destacou a importância económica da N2 para Pedrógão Pequeno. Afirmou que a via é um ativo estratégico e pediu uma solução rápida, com a população a organizar-se para transmitir as suas preocupações.
A Presidência Aberta de Seguro tem o objetivo de acompanhar a recuperação das zonas afetadas pelas tempestades, ouvir as populações e avaliar necessidades. A iniciativa decorre ao longo de cinco dias, terminando em Leiria.
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