- A Metro do Porto encomendou um projeto para corrigir infiltrações em edifícios da extensão da linha Amarela (D) em Gaia, inaugurada há menos de dois anos.
- As intervenções abrangem as estações Manuel Leão, Vila d’Este e Santo Ovídio, bem como o Parque de Material e Oficinas (PMO) de Vila d’Este, com foco em infiltrações, drenagem e impermeabilização.
- Em Manuel Leão, há infiltrações sob a cobertura do anfiteatro e em pilares; serão avaliadas a origem e a extensão, e feitas melhorias na drenagem e impermeabilização da estrutura.
- O projeto prevê ainda correções ligadas à drenagem, incluindo possível alteração do traçado de águas pluviais, grelhas, grelhas de limpeza, contadores, caleiras, entradas e portas de acesso, para melhorar a segurança e o escoamento.
- No PMO, o empolçamento de água no parqueamento, a falta de pendentes no pavimento e a necessidade de elevar a proteção de isolamento térmico e drenagem são questões previstas, com ações também na portaria e nos abrigos, além de melhorias em Vila d’Este e Santo Ovídio (incluindo casa de banho para condutores).
A Metro do Porto encomendou um projeto para corrigir infiltrações em edifícios da extensão da linha Amarela (D), em Gaia, aberta há menos de dois anos, no final de junho de 2024. O objetivo é avaliar origens e traçar ações preventivas e corretivas.
O caderno de encargos revela intervenções previstas na estação Manuel Leão, no PMO de Vila d’Este, na própria estação de Vila d’Este e na estação de Santo Ovídio, todas na linha Amarela (D). As obras visam melhorar drenagem, impermeabilização e acessos.
Na estação Manuel Leão, verifica-se infiltrações sob a cobertura do anfiteatro, com danos visíveis em pilares estruturais. A empresa aponta a necessidade de avaliação da origem, revisão da rede de drenagem superficial e impermeabilização da estrutura.
Também há uma inundação no subcais da estação, com capacidade de bombagem aparentemente insuficiente. O caderno de encargos aponta alterações do trajeto da drenagem das águas pluviais e desvio do escoamento para a caleira central da via como possíveis melhorias.
Outra medida proposta é instalar grelhas de drenagem no fim das escadas fixas, para evitar acumulação de água nos patamares e entradas para o interior da estação, afetando átrios e mezaninos.
Além disso, sugere-se corrigir a grade de enrolar de acesso, alterar contadores, pontos de água e caleiras, instalar tapetes embutidos na entrada e adaptar portões de acesso aos túneis e remates de muros.
Parque de Material e Oficinas (PMO)
No PMO, existem acumulações de água no estacionamento durante precipitações, atribuindo-se a falta de pendentes do pavimento e escoamento deficiente até às grelhas de drenagem. O objetivo é evitar poças em zonas do pavimento.
No edifício da portaria do PMO foram identificadas acumulações de água e inundações. Já foi desenvolvido um projeto para melhorar a drenagem, com implementação prevista para assegurar condições de segurança e funcionamento.
Também no PMO é apontada necessidade de melhorar o isolamento térmico do edifício dos condutores, para cumprir a regulamentação vigente. Queixas surgem tanto em períodos de calor como de frio extremo.
Em diversos pontos da via, está prevista a melhoria da rede de drenagem, com a instalação de caixas com grelha de limpeza.
Vila d’Este e Santo Ovídio
Na estação de Vila d’Este, as intervenções contemplam a relocalização de um contador, a instalação de um ponto de água, a melhoria do escoamento nos abrigos e o revestimento de um lote junto à via, para reforçar a drenagem.
Em Santo Ovídio, está prevista a instalação de uma casa de banho para os condutores dos veículos, situada entre o término do viaduto e a estação, aumentando a conforto e a higiene operacional.
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