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Oposição avisa Orbán que não poderá impedir legislativas na Hungria

Líder da oposição húngara avisa que não conseguirá impedir as legislativas de doze de abril, após serem encontrados explosivos junto ao gasoduto Balkan Stream

Péter Magyar, líder da oposição húngara
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  • O líder da oposição na Hungria, Péter Magyar, afirma que não poderá impedir as legislativas de 12 de abril e é favorito nas sondagens.
  • Explosivos foram encontrados perto do gasoduto Balkán Stream, na localidade de Kanjiža, junto à fronteira com a Hungria; Sérvia abriu investigação e origem desconhecida.
  • O gasoduto abastece Sérvia e Hungria de gás russo; o governo húngaro liga o incidente a uma possível tentativa de ataque na região.
  • Magyar acusa possível instrumentalização por Orbán e promete investigação pública abrangente sobre quem houve por trás dos crimes contra o Estado.
  • Durante a campanha, Orbán tem criticado a Ucrânia e o fornecimento de gás russo, enquanto Kiev nega envolvimento; o contexto inclui tensões com a Rússia e decisões políticas húngaras.

O líder da oposição húngara, Péter Magyar, afirmou que o Governo de Viktor Orbán não poderá impedir as eleições legislativas, marcadas para 12 de abril. A declaração surge após a descoberta de explosivos perto de um gasoduto que liga a Sérvia à Hungria.

Magyar, líder do Tisza, utilizou um vídeo divulgado nas redes sociais para dizer aos apoiantes que as eleições vão decorrer independentemente de incidentes. As sondagens apontam-no como favorito para as urnas no próximo domingo.

O gasoduto Balkan Stream foi o local da detecção de duas mochilas e dois grandes pacotes de explosivos com detonadores, na cidade de Kanjiza, junto à fronteira com a Hungria. As autoridades sérvias iniciaram uma investigação sobre a origem e o autor do ataque.

O governo húngaro atribuiu o incidente a uma possível provocação terrorista com ligações a agentes russos, e a Ucrânia foi citada como alvo de acusações de Kiev ter tentado perturbar a segurança energética da região. Kiev negou as acusações.

Magyar pediu esclarecimentos ao primeiro-ministro e garantiu que, se Orbán ou a sua campanha explorarem o caso, isso indicaria uma operação de falsa bandeira. O oposicionista prometeu uma investigação pública para identificar responsáveis políticos e executores.

O candidato da oposição também apelou aos apoiantes para manterem a calma, defenderem o país e aguardarem informações oficiais. A campanha prossegue com a expectativa de que as eleições se realizem conforme programado.

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