- O assessor do Chega, Francisco Araújo, chamou aos deputados constituintes presentes no 50.º aniversário da Constituição a expressão “esqueletos de abril” numa publicação no X.
- O momento partilhado mostra deputados a abandonarem a sessão solene depois de André Ventura os ter acusado de patrocinarem atentados terroristas.
- O deputado do PS, José Carlos Barbosa, questionou se a Assembleia da República paga esse assessor para insultar convidados, lembrando um caso anterior envolvendo Filipe Melo.
- Barbosa referiu-se ao episódio em que dirigiu um beijo a Isabel Moreira e à decisão da Comissão de Ética, que recomendou urbanidade e lealdade institucional sem sanções.
- Em julho de 2025, foi referida a participação frequente de Araújo em eventos do movimento Reconquista, situação mencionada num relatório de uma ONG norte-americana sobre promoção de ódio.
Um assessor do Chega chamou os deputados constituintes presentes no 50.º aniversário da Constituição de “esqueletos de abril” durante uma sessão no parlamento. Francisco Araújo publicou imagens da ocasião no X, onde mostra os deputados a abandonar a sessão solene após críticas de André Ventura. Dizia ainda que a constituição de abril não serve o povo.
Araújo, além de assessor, é também deputado municipal em Guimarães. A publicação descreveu que os parlamentares teriam saído das galerias enquanto o líder do Chega alegava desmontar narrativas do sistema. O comentário gerou críticas entre adversários políticos e membros da Assembleia.
Reação e contexto
O deputado socialista José Carlos Barbosa questionou se a AR paga a quem insultou convidados, lembrando um caso anterior envolvendo Filipe Melo. Barbosa comparou a situação com um incidente em que foi alvo de insultos e cita a necessidade de urbanidade e lealdade institucional, conforme recomendação da Comissão de Ética.
Em julho de 2025, já no contexto em que Araújo integrava o grupo parlamentar do Chega, a publicação da Sábado indicou a participação frequente do assessor em eventos do movimento Reconquista. Foi citado num relatório de uma ONG norte-americana sobre promoção de ódio.
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