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Resgatadas 111 pessoas que tentavam atravessar o Canal da Mancha

Resgatadas 111 pessoas no Canal da Mancha; dois migrantes morreram após o afundamento de barco insuflável, com detenção de suspeito turco ligado à operação

Polícia na costa de Wimereux, a norte de França
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  • Foram resgatadas 111 pessoas que tentavam atravessar o Canal da Mancha, em várias operações das equipas de resgate francesas, durante a madrugada de quinta-feira.
  • Horas antes, um barco insuflável com 30 pessoas a bordo afundou, provocando a morte de dois homens; é o primeiro balanço de óbitos no mar nesta região este ano.
  • Uma pessoa que viajava no barco foi detida, um turco suspeito de estar envolvido na organização da travessia para Inglaterra.
  • A imigração ilegal entre França e Reino Unido continua a afetar as relações entre Paris e Londres, com as capitais a prorrogarem dois meses o acordo de cooperação para controlo das travessias.
  • A França alterou a doutrina marítima para permitir a interceção de mais embarcações, mas mantém o princípio de prestar assistência a quem estiver em perigo no mar.

Mais de 100 migrantes foram resgatados nesta madrugada no Canal da Mancha, entre França e Reino Unido, em várias operações das equipas de resgate francesas, segundo serviços estatais gaulles.

Horas antes, um barco insuflável com 30 pessoas a bordo afundou durante a travessia, provocando a morte de dois homens, as primeiras vítimas deste ano na zona. No ano passado, a AFP, com base em fontes oficiais, aponta pelo menos 29 mortos.

As autoridades italianas detiveram uma das pessoas que viajavam no barco, um turco suspeito de estar envolvido na organização da travessia marítima para Inglaterra.

A imigração ilegal entre a costa norte de França e o Reino Unido continua a representar um desafio nas relações entre Paris e Londres. As capitais já prolongaram por dois meses o acordo de cooperação existente para o controlo das travessias ilegais, após não terem concluído o processo de criação de uma nova parceria.

As negociações bilaterais mantêm-se, com Londres a exigir que o apoio financeiro francês à proteção das fronteiras inclua metas mais ambiciosas de interceção de embarcações do que as atuais. Em resposta, a França alterou a sua doutrina de intervenção marítima no final do ano passado para permitir maior interceptação de embarcações.

No entanto, o princípio de prestar assistência a quem estiver em risco no mar continua a orientar as ações das autoridades francesas, conforme referido por Xavier Ducept, secretário de Estado para os Assuntos Marítimos, durante uma comissão parlamentar de inquérito.

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