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PS acusa Governo de estar centrado em propaganda e alheado do país real

PS acusa Governo de propaganda e alheamento do país real; dois anos de promessas não cumpridas e melhoria da vida das pessoas travada, com linha de crédito de 600 milhões para empresas

Assembleia da República
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  • O Partido Socialista acusa o Governo de estar centrado na propaganda e alheado do país real, dizendo que, ao fim de dois anos, as promessas não foram cumpridas e a vida das pessoas está pior em vários setores.
  • Eurico Brilhante Dias afirmou que o Governo governa mal e que a vida das pessoas está pior ao fim de dois anos.
  • O dirigente socialista criticou a conferência de imprensa de Luís Montenegro por não responder a perguntas dos jornalistas.
  • Luís Montenegro, em declarações nos jardins da residência oficial em São Bento, disse que o país está melhor e anunciou uma linha de crédito de 600 milhões de euros para financiar empresas com custos de energia superiores a 20% dos custos de produção.
  • O primeiro-ministro disse que é necessário dialogar com a oposição, mas não cede ao imobilismo nem a jogos de semântica ou politiquices estéreis.

O PS acusa o Governo de estar centrado na propaganda e alheado do país real, afirmando que, ao fim de dois anos, as promessas não foram cumpridas e a vida das pessoas piorou. O partido sustenta que as falhas abrangem várias áreas, com impacto negativo na população.

O líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias, afirmou aos jornalistas, na sede do partido em Lisboa, que o Governo liderado por Luís Montenegro governa mal e que, nesse período, o país regista piora generalizada.

Segundo o dirigente socialista, o Governo mantém o foco na comunicação pública em vez de responder aos problemas reais que o país enfrenta, sugerindo que a propaganda não compensa o que considera mau desempenho.

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, reconheceu a necessidade de dialogar com a oposição, mas informou que não aceita ceder ao imobilismo nem entrar em jogos de semântica ou políticas estéreis, mantendo o discurso de ação governamental.

Montenegro fez a declaração a partir dos jardins da residência oficial de São Bento (Lisboa), numa cerimónia curta para assinalar dois anos de tomada de posse, a 2 de abril de 2026, sem responder a perguntas de jornalistas.

Na intervenção, o Governo defendeu que, passados dois anos, o país está em melhoria e os portugueses também, e anunciou uma linha de apoio de crédito de 600 milhões de euros para financiar empresas com custos da energia superiores a 20% dos custos de produção.

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