- O Ministério da Educação propõe alterações às regras dos graus e diplomas no ensino superior.
- O CCISP afirma que as mudanças são profundas e podem ser desestabilizadoras para o sistema e colocam em causa a sustentabilidade e a autonomia das instituições.
- Alegam que as alterações podem implicar um aumento dos custos de funcionamento.
- Apontam que as propostas podem inviabilizar cursos e dificultar o acesso de estudantes de contextos vulneráveis ao ensino superior.
- O CCISP defende que as propostas devem ser reavaliadas pelo Governo.
O Ministério da Educação apresentou uma proposta para alterar as regras dos graus e diplomas no ensino superior em Portugal. A intenção é redesenhar o sistema de certificação académica, visando alterações estruturais no funcionamento das instituições. De acordo com a conjuntura atual, as mudanças podem ter impactos significativos na sustentabilidade educativa.
Os politécnicos, representados pelo Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), receberam a proposta de forma crítica. O setor alega que as alterações têm impacto direto no funcionamento diário das instituições. A avaliação inicial é de que o modelo proposto trará complexidade adicional à gestão académica.
A análise do CCISP aponta riscos para custos de funcionamento, possível inviabilização de alguns cursos e restrição de acesso ao ensino superior para estudantes de contextos vulneráveis. A organização defende a reavaliação das propostas por parte do Governo para salvaguardar a autonomia institucional. O objetivo é assegurar equilíbrio entre qualidade, viabilidade financeira e inclusão.
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