- Cerca de cinquenta técnicos escolares protestam em Gaia contra a transferência para Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) durante as pausas letivas, em greve até 10 de abril.
- O movimento decorre em frente à Câmara de Gaia e envolve o Gaia Aprende+, programa que cede trabalhadores das escolas para ocupação de tempos livres durante interrupções letivas.
- O STFPSN acusa promessas não cumpridas; a dirigente Lurdes Ribeiro diz que o vice-presidente garantiu, em reunião, que a ideia era transferir progressivamente trabalhadores da câmara para as escolas, não para as IPSS.
- Segundo a sindicalista, foram enviados emails ao gabinete de apoio à vice-presidência e ao email geral; a Câmara afirmou não ter recebido pedidos de reunião, levando a acusações de mentira ou falha de cumprimento.
- A Câmara de Gaia sustenta que o problema vem do anterior executivo; o novo executivo diz querer resolver a situação no futuro, mantendo falta de diálogo com o sindicato e expectativa de mais ações durante as férias.
Cerca de 50 técnicos escolares cumpriram hoje uma manifestação em frente à Câmara de Gaia, durante as pausas letivas, contra a transferência para IPSS. O protesto insere-se no âmbito do programa Gaia Aprende+, que transfere trabalhadores entre escolas e IPSS para ocupação de tempos livres nas pausas letivas.
Os trabalhadores denunciam promessas não cumpridas pelo executivo municipal. A dirigente do STFPSN, Lurdes Ribeiro, afirma que, em 20 de janeiro, a câmara garantiu a progressiva transferência de trabalhadores das escolas para as IPSS, não para as escolas.
O protesto decorre também de uma greve que se estende até 10 de abril, já tendo ocorrido durante as férias de Natal. O objetivo é impedir a transferência para as IPSS durante períodos de pausa letiva, incluindo Páscoa e outros intervalos.
Reação institucional e evidências de comunicação
Lurdes Ribeiro sustenta que houve promessas de reunião com o vice-presidente e o presidente, para discutir a escala e evitar que os trabalhadores fossem para as IPSS na Páscoa. A dirigente aponta que chegaram escalas com períodos de pausa que não tinham sido discutidos previamente.
A Câmara de Gaia, por seu lado, afirmou não ter recebido pedidos de reunião do presidente ou do vice-presidente. O município referiu que o problema em causa remete ao anterior executivo, assegurando disponibilidade para resolver a situação no futuro e observando dificuldades de diálogo.
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