- Miguel Costa Matos, deputado e ex-líder da juventude, pediu ao PS para ter uma postura mais forte com o Governo e dar respeito na relação institucional.
- Defendeu que o partido deve ouvir os militantes e valorizar os autarcas, sem que a opinião de um militante precise de chegar a deputado ou dirigente para contar.
- Em moção setorial, afirmou que este é um momento raro, sem eleições próximas, e que o partido deve pensar a sério sobre si próprio, não apenas reagir ao desgaste do adversário.
- Reclamou que a política do costume gera os mesmos resultados e pediu uma renovação com ideias novas, fortes e que deem voz aos quadros do PS.
- Filiado defendeu coerência entre renovação interna e a relação com o Governo, destacando a necessidade de passar de “vamos ver” para “vamos fazer” e afirmar claramente a diferença do partido.
Miguel Costa Matos, deputado e antigo líder da JS, pediu uma postura mais firme do PS em relação ao Governo, destacando a necessidade de respeito mútuo e de ouvir militantes e autarcas. A prioridade é a clareza de posição, não o elogio do passado.
O militante apresentou uma moção setorial que incita o PS a abandonar o limbo do “nim”. Segundo ele, este é um momento raro, sem eleições a curto prazo, em que o partido pode refletir seriamente sobre o próprio futuro.
Costa Matos afirmou que a responsabilidade da opinião pública não pode ficar apenas na cadeia de dirigentes. Para ter credibilidade, o PS precisa agir com coragem, evitando versões ligeiramente diferentes do que já existe.
O antigo líder da Jota defendeu que o PS deve ser reformista e ouvir a sociedade, não apenas os seus quadros. Existem pessoas dentro e fora do PS que desejam propostas novas, inovadoras e mobilizadoras.
Ainda em tom crítico, avisou que a renovação não pode comprometer a coerência com o Governo. O PS precisa de uma postura firme, dar-se ao respeito e afirmar com clareza a sua diferença, passando de “vamos ver” para “vamos fazer”.
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