- Rui Gomes da Silva, ministro sombra para a Justiça do Chega, afirma que o atual Governo está condenado a não durar muito.
- Em entrevista ao Hora da Verdade, do PÚBLICO/Renascença, diz que Luís Montenegro poderá ser o último primeiro-ministro do PSD se o Governo continuar nesse rumo.
- Alega que o acordo entre o PSD e o Chega, feito pela AD no ano passado, não aconteceu por pressão da Europa.
- Defende a demissão do vereador do Chega em Lisboa, Bruno Mascarenhas.
- A entrevista foi publicada no contexto da análise de que o Governo pode ter dificuldades para manter-se estável.
Rui Gomes da Silva, que funciona como ministro sombra da Justiça do Chega, afirma que o atual Governo não tem perspetiva de durar. Em entrevista, diz que, se a linha permanecer, Luís Montenegro poderá ser o último primeiro-ministro do PSD.
O ex-ministro dos Assuntos Parlamentares e adjunto de Santana Lopes aponta que a AD não chegou a acordo com o Chega no ano passado por pressão da União Europeia. Mantém ainda a crítica à atuação governamental.
Gomes da Silva defende a demissão do vereador do Chega em Lisboa, Bruno Mascarenhas, no âmbito das críticas ao funcionamento político local. Não especifica outras medidas, limitando-se a revelar a sua posição.
A entrevista foi publicada no Hora da Verdade, veículo ligado ao Público/Renascença, onde o político delineia a leitura que faz sobre a contento entre partidos e o orçamento público vigente.
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