- Nesta quarta-feira, a nova travessia sobre o rio Tâmega, no Marco de Canaveses, é apresentada como uma “questão de salvar vidas” pelo presidente da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, Nuno Fonseca.
- Autarcas exigem ao Governo prazos concretos para avançar com a obra, durante a audição na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação.
- O território é descrito como tendo um gargalo na ponte atual, o que pode paralisar acessos em caso de incidente.
- O atraso na obra pode atrasar socorros e agravar indicadores de saúde na região.
Uma nova travessia sobre o rio Tâmega, no Marco de Canaveses, foi descrita como uma “questão de salvar vidas” pelo presidente da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, Nuno Fonseca. A afirmação surgiu numa audição parlamentaria na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação.
Fonseca explicou que o território está condicionado por um gargalo na atual ponte, cuja situação pode paralisar acessos, atrasar intervenções de socorro e agravar indicadores de saúde em caso de incidentes. A análise situa a infraestrutura no centro de riscos de mobilidade.
Durante a sessão, o responsável sublinhou a necessidade de um calendário concreto para avançar com a obra, pedindo ao Governo um conjunto de prazos para as etapas de infraestrutura, financiamento e execução.
A audiência teve a participação de autarcas da região, que reforçaram a urgência de renovar a travessia para melhorar a mobilidade e a resposta a emergências. O objetivo indicado é clarificar responsabilidades e prazos para proteger os acessos à região.
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