- O líder do CDS-PP, Nuno Melo, afirmou que o CDS é insubstituível no sistema político português e representa a social-democracia cristã.
- Afirmou que o regresso dos centristas ao Parlamento, em 2024, ocorreu numa coligação com o PSD e abriu uma “nova esperança” para o país.
- Criticou, sem mencionar o nome, as proclamações do Chega, defendendo que a utilidade política está nas soluções, não em jargões de direita.
- Enfatizou a importância histórica da democracia cristã na construção da União Europeia e a sua continuação no Partido Popular Europeu (PPE), que inclui CDS-PP e PSD.
- Destacou o “viveiro de talentos” na Juventude Popular e destacou que a confiabilidade do partido vem da capacidade de apresentar soluções, não de declarações ideológicas.
Nuno Melo, líder do CDS-PP, afirmou que o partido é insubstituível no sistema político português e que o regresso dos centristas à Assembleia da República representa um passo determinante para o país. O presidente centrista descreveu o CDS como uma força de confiança.
O dirigente sustentou que o CDS representa a tradição da democracia cristã em Portugal, defendendo que nenhum outro partido a representa plenamente. Afirmou ainda que a utilidade política não resulta de jargões ou proclamações, mas da capacidade de apresentar soluções.
No encerramento das jornadas parlamentares do CDS-PP, realizado no Parlamento, Melo destacou o retorno do partido à AR após ter ficado sem representação nas legislativas de 2022. O regresso ocorreu em 2024, numa coligação com o PSD.
Melo reconheceu que a coligação com o PSD foi determinante para a vitória contra o centro-esquerda e para abrir uma “nova esperança” para Portugal. Acrescentou que a união de esforços ajudou a reposicionar a direita.
O líder ressaltou ainda a importância histórica da democracia cristã na construção da União Europeia e a sua continuidade no PPE, grupo ao qual o CDS-PP e o PSD pertencem. Este enquadramento é apresentado como fundamentação ideológica.
Outra vertente destacada por Melo foi a qualidade dos quadros do CDS e da Juventude Popular, considerados um “viveiro permanente de talentos” com atuação em várias instituições, desde a AR ao Parlamento Europeu.
Por fim, o dirigente apontou a confiabilidade como fator-chave para a longevidade do partido. Reiterou que o valor político resulta da capacidade de oferecer soluções concretas, não apenas da retórica.
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