- Bruno Mascarenhas, vereador do Chega em Lisboa, distancia-se das polémicas envolvendo Mafalda Livermore, antiga vogal dos serviços sociais da Câmara de Lisboa.
- A alegação é de que Mafalda Livermore arrendou casas clandestinas a imigrantes e foi afastada pelo presidente da Câmara, Carlos Moedas; Mascarenhas diz que Moedas deve explicar a nomeação e a exoneração.
- O vereador vai levar o tema à próxima reunião da autarquia e rejeita o apelo da deputada Rita Matias para se demitir, afirmando que a reportagem é enviesada e com testemunhas de pouca credibilidade.
- Mascarenhas afirma ter condições para continuar no cargo e garante o apoio do presidente do seu partido, mantendo-se confiante na sua posição.
Bruno Mascarenhas, vereador do Chega em Lisboa, afastou-se das polémicas envolvendo a namorada Mafalda Livermore e reiterou que a responsabilidade sobre a nomeação cabe ao presidente da Câmara, Carlos Moedas. A alegação envolve a possível arrendamento de casas clandestinas a imigrantes, o que levou Livermore a ser afastada do cargo pela autarquia.
O vereador afirmou que quer esclarecimentos sobre quem nomeou Mafalda Livermore e por que houve a exoneração, prometendo levar o tema à próxima reunião da Câmara Municipal. A leitura é de que a autarquia deve explicar as decisões administrativas associadas ao caso.
Relativamente ao apelo de Rita Matias para que se demita, Mascarenhas rejeitou a hipótese. Garantiu que a reportagem é enviesada e que algumas testemunhas não são credíveis, incluindo uma que atua em cinema para adultos. Afirmou ainda que conta com o apoio do líder do seu partido e que permanece apto para liderar o projeto em Lisboa.
Ponto de controvérsia e reação
Mascarenhas confirmou que pretende manter o cargo e que não se sente fragilizado face às acusações. O vereador destacou o apoio interno no Chega e frisou que a direção do partido não questionou a sua posição. Mantém o foco em continuar a exercer as funções públicas em Lisboa.
Entre na conversa da comunidade