- Alexandra Leitão apresentou várias perguntas ao executivo de Carlos Moedas após a abertura de um inquérito às suspeitas sobre o Secretário-geral.
- A socialista afirma que o inquérito é curto e que manter o Secretário-geral seria ilegal, sugerindo que este deveria ter saído em 2024 e questionando por que não houve concurso obrigatório pelo artigo 11º da lei n.º 49/2012.
- Questiona a existência de mecanismos de acompanhamento a contratações, citando o caso das luzes de Natal, e se houve queixa no departamento de prevenção de corrupção sobre Laplaine Guimarães; lembra que o Secretário-geral depende diretamente do presidente.
- Diz que Moedas tenta atirar as responsabilidades políticas para outros, referindo-se à tragédia do elevador da Glória, aos serviços sociais da Câmara e à crítica ao Chega, e ao Secretário-geral.
- Acusa o presidente de ter dois pesos e duas medidas, mantendo uma postura considerada contraditória relativamente ao mandato de Fernando Medina.
Alexandra Leitão entregou ao Executivo da Câmara Municipal de Lisboa várias perguntas após a abertura de um inquérito às suspeitas que recaem sobre o Secretário-Geral. A ex-candidata à presidência municipal aponta que o inquérito é curto e sustenta que manter o atual Secretário-Geral é ilegal, já que o mandato não poderia exceder dois mandatos e deveria ter terminado em 2024. Questiona o motivo de não ter sido lançado um concurso conforme o artigo 11º da lei nº 49/2012.
Num documento enviado ao Executivo, a socialista sugere que não existem mecanismos de acompanhamento às contratações, citando o caso das luzes de Natal em investigação. Também pergunta se houve queixa no departamento de prevenção de corrupção sobre Laplaine Guimarães, lembrando que o Secretário-Geral depende diretamente do presidente.
Questões apresentadas
A vereadora do PS afirma que o presidente tende a deslocar para terceiros as responsabilidades políticas. Afastes citados incluem a tragédia do elevador da Glória, a quem atribui culpa à Carris, e a comparação com os serviços sociais, onde aponta para críticas ao Chega, mantendo o foco no Secretário-Geral. Ela acusa ainda o presidente de ter dois pesos e duas medidas, sugerindo inconsistência na crítica ao mandato de Fernando Medina.
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