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Primeiro-ministro admite défice em 2026 devido a cenário de excecionalidade

Primeiro-ministro admite défice em 2026 por excecionalidade, rejeitando obsessão por excedente e mantendo apoios face às tempestades e à crise energética

Roberta Metsola com Luís Montenegro
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  • O primeiro-ministro Luís Montenegro admite que Portugal pode ter défice em 2026 devido à excecionalidade causada por tempestades e crise energética.
  • Montenegro falou aos jornalistas à chegada ao Conselho Europeu, em Bruxelas.
  • Sublinhou que, apesar do défice potencial, o país pode manter equilíbrio nas contas públicas por ter crescimentos económicos sustentados e bons desempenhos orçamentais recentemente.
  • Rejeita uma obsessão por ter superávite para evitar apoios ao país, destacando que o défice não implica desequilíbrio estrutural.
  • O Governo não quer que Portugal seja penalizado “de forma exagerada” por tentar um excedente, segundo as palavras do primeiro-ministro.

O primeiro-ministro admitiu hoje que Portugal pode registar défice em 2026 devido à excecionalidade associada às tempestades e à crise energética. A afirmação foi feita em Bruxelas, à chegada à reunião do Conselho Europeu.

Luís Montenegro deixou claro que, apesar de crescimentos económicos sustentados e bons desempenhos orçamentais nos últimos anos, é possível observar um défice sem que o país esteja num procedimento de défice excessivo. O Governo não pretende punir o país por manter um equilíbrio orçamental adequado.

O chefe do Executivo explicou que a “excecionalidade” do mercado da energia e o impacto das intempéries justificam a abertura para cenários com défice. O objetivo é evitar uma obsessão por superávites que possa comprometer apoios ao país, disse aos jornalistas.

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