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Novo secretário da Segurança Interna é aprovado na comissão do Senado por margem estreita

Nomeação de Markwayne Mullin como secretário da Segurança Interna é aprovada na comissão do Senado por margem curta; ainda depende de maioria no plenário

Markwayne Mullin
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  • O senador Markwayne Mullin foi aprovado na Comissão de Segurança Interna do Senado por 8 votos a favor e 7 contra, numa decisão moderadamente apertada.
  • O apoio incluiu o presidente da comissão, Rand Paul, com o democrata John Fetterman a votar com os republicanos.
  • A nomeação ainda precisa de maioria no Senado, com uma votação ainda não agendada.
  • Mullin assegurou que a agência que irá dirigir não entrará em residências ou locais de trabalho sem ordem judicial prévia, salvo exceções previstas.
  • As negociações orçamentais entre partidados permanecem em curso, num contexto de governo parcialmente encerrado desde 14 de fevereiro.

A nomeação de Markwayne Mullin como novo secretário da Segurança Interna norte-americana foi hoje aprovada pela Comissão de Segurança Interna do Senado, em maioria estreita. A decisão ocorreu durante uma sessão controlada pelos republicanos, após a audição de Mullin.

Na audição, realizada na quarta-feira, a votação ficou em oito votos a favor e sete contra, com o presidente da comissão, Rand Paul, entre os favoráveis aos opositores do nomeado. O senador democrata John Fetterman votou com os republicanos.

A nomeação de Mullin, de 48 anos, ainda carece de aprovação final no Senado, onde a maioria é republicana, e a data da votação seguinte ainda não foi marcada. Mullin prometeu garantir que a agência não invade casas ou locais de trabalho sem ordem judicial prévia, excetuando casos de perseguição de entradas ilícitas.

Condições para o orçamento e prioridade de atuação

A exigência de ordens judiciais para buscas é uma das condições defendidas pelos democratas para a aprovação do orçamento do Departamento, parcialmente encerrado desde 14 de fevereiro. Memorandos internos do ICE indicaram buscas sem ordem judicial, gerando controvérsia interna.

Mullin também indicou que, no âmbito da imigração, a agência deverá centrar-se na vigilância de criminosos perigosos, em detrimento de operações comunitárias amplas, como as realizadas em Minneapolis. As negociações entre Republicanos, Democratas e a Casa Branca continuam abertas.

Contexto político e passado recente

O mandato de Kristi Noem, que liderava a política de deportação de imigrantes, terminou a 6 de março, após audiências turbulentas no Congresso. Em momentos anteriores, o Presidente Donald Trump promoveu um plano de campanhas que incluiu medidas de deslocação e deportação em massa, objeto de decisões judiciais que limitaram esse tipo de atuação.

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