- O primeiro-ministro Luís Montenegro disse esperar que a União Europeia e a NATO contribuam para que a guerra no Irão se resolva pela via diplomática.
- O Governo tem trabalhado para que se retomem as negociações.
- Montenegro defendeu que a UE e a NATO devem desescalar a situação, atuando de forma coesa entre os Estados‑membros.
- Portugal contactou todos os países atacados pelo Irão e manteve contactos com representantes diplomáticos de Teerão e com os Estados Unidos.
- O país utiliza a diplomacia para sensibilizar as partes e criar uma plataforma que permita abrir rapidamente o reinício das negociações.
O primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, afirmou nesta quinta-feira que espera que a União Europeia (UE) e a NATO contribuam para que a guerra no Irão seja resolvida pela via diplomática. O Governo tem trabalhado para que as negociações sejam retomadas.
Montenegro disse, à entrada para a cimeira do Conselho Europeu, que tudo o que possa desescalar o conflito deve ser feito de forma coesa entre os Estados-membros. Considerou desejável que a UE e a NATO ajudem a terminar o conflito e a reabrir negociações.
O chefe do Governo reiterou que Portugal tem contactado todos os países alvo de ataques iranianos, bem como representantes diplomáticos de Teerão e, como já é conhecido, os Estados Unidos. O objetivo é sensibilizar todas as partes para criar uma plataforma que permita a reabertura rápida das negociações.
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