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Montenegro e Carneiro reúnem-se para debater órgãos externos do parlamento

Encontro entre o primeiro-ministro e o secretário-geral do PS pretende desbloquear o impasse nos órgãos externos do parlamento, após os debates desta tarde

Primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro
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  • O primeiro-ministro Luís Montenegro e o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, reuniram-se esta quarta-feira, após as atividades no parlamento, para discutir o impasse nas eleições para os órgãos externos do parlamento.
  • O encontro realizou-se já depois das 19h00, depois de ambos terem participado no debate quinzenal e no debate preparatório do Conselho Europeu.
  • Carneiro participou ainda numa sessão evocativa do centenário de Almeida Santos, mas não respondeu a perguntas dos jornalistas na entrada ou saída.
  • Montenegro afirmou no debate quinzenal sobre o Tribunal Constitucional que não há representação partidária no Palácio Ratton, apenas dez juízes eleitos no parlamento, devendo as candidaturas serem apresentadas pelos grupos parlamentares.

O primeiro-ministro Luís Montenegro e o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, reuniram-se esta quarta-feira à tarde para discutir o impasse sobre os órgãos externos do parlamento. O encontro ocorreu após os debates quinzenal e preparatório do Conselho Europeu, no parlamento, depois das 19h00.

Carneiro participou numa sessão evocativa do centenário de Almeida Santos, no mesmo recinto, à entrada e à saída não prestando esclarecimentos aos jornalistas. Pela manhã, tinha avançado que haveria uma conversa nos próximos momentos sobre a matéria, sem detalhar termos.

Durante o debate quinzenal, Montenegro afirmou que não há representação partidária no Palácio Ratton, apenas dez juízes eleitos no parlamento. O Governo defende que as candidaturas e propostas devem ser apresentadas pelos grupos parlamentares, respeitando o equilíbrio entre as forças políticas.

Impasse nos órgãos externos do parlamento

O Governo sublinhou que o processo deve refletir a vontade do povo e o equilíbrio institucional. As várias forças representadas na Assembleia da República devem cumprir o papel que lhes compete na formulação de candidaturas para os órgãos externos. O tema mantém-se em aberto, sem previsão de conclusão imediata.

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