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CGTP marca manifestação nacional em 17 de abril contra o pacote laboral

CGTP convoca manifestação nacional a 17 de abril, em Lisboa, contra o pacote laboral, exigindo aumento de salários e pensões e revogação das normas gravosas

CGTP apela a mobilização para manifestações dos dias 28 de março e 17 de abril
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  • A CGTP-IN marcou uma manifestação nacional para 17 de abril, em Lisboa, contra o pacote laboral e pedindo aumentos de salários e pensões.
  • A confederação acusa o Governo de práticas antidemocráticas e do afastamento da Comissão Permanente de Concertação Social.
  • Reivindicações: aumento generalizado de salários e pensões, defesa dos serviços públicos e revogação das normas gravosas da lei laboral.
  • Para este mês, há também uma manifestação de jovens trabalhadores agendada para 28 de março, em Lisboa.
  • No debate com o Primeiro-Ministro, Luís Montenegro afirmou que não exclui ninguém das negociações, mas admite posições inconciliáveis que não devem prosseguir.

A CGTP-IN, confederação que reúne sindicatos, anunciou uma manifestação nacional marcada para 17 de abril em Lisboa. A ação é contra o pacote laboral defendido pelo Governo e visa exigir aumentos de salários e pensões, bem como a proteção de serviços públicos.

A direção da CGTP-IN, liderada por Tiago Oliveira, acusa o Governo de utilizar práticas antidemocráticas ao contornar o funcionamento da CPCS. A reclamação surge após perdas de contacto com patrões e autoridades nas negociações sobre o pacote laboral.

Entre as reivindicações estão o aumento geral de salários e pensões, a defesa dos serviços públicos e a revogação das normas consideradas gravosas. O lema da mobilização é Abaixo o Pacote Laboral, com objetivo de pressionar pela melhoria de condições salariais e de direitos.

Para já, está igualmente prevista uma manifestação de jovens trabalhadores no dia 28 de março, em Lisboa, integrada no conjunto de ações anunciadas pela CGTP-IN.

Durante o debate quinzenal no Parlamento, o primeiro-ministro Luís Montenegro disse que não excluirá participantes das negociações, embora tenha admitido que algumas posições relativas ao pacote laboral são inconciliáveis e podem não ter continuidade.

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