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Bruno Mascarenhas não renuncia à Câmara de Lisboa e diz ter garantia de Ventura

Vereador do Chega em Lisboa não se demite; afirma ter garantia de André Ventura enquanto polémica com a namorada envolve arrendamento a imigrantes

Bruno Mascarenhas foi o cabeça-de-lista do Chega à Câmara de Lisboa nas últimas autárquicas
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  • Bruno Mascarenhas, vereador do Chega na Câmara de Lisboa, não se demite e afirma ter o apoio de André Ventura.
  • Rita Matias pediu publicamente a demissão de Mascarenhas, defendendo que ele deveria sair da vereação para representar o Chega, o que ele rejeita.
  • A namorada de Mascarenhas, Mafalda Guerra, envolve-se num caso de arrendamento de casas a imigrantes sem condições de habitabilidade e sem recibos, além de se apresentar como advogada sem ter concluído o curso de Direito.
  • Mafalda Guerra foi exonerada da posição de vogal da administração dos Serviços Sociais da Câmara de Lisboa; o caso está a ser analisado pelo conselho de jurisdição, com André Ventura a não tomar posição até ter conclusões.
  • Mascarenhas afirma que existem “muitas histórias inventadas” e aponta que a explicação sobre a sua nomeação para os Serviços Sociais depende do presidente da câmara, Carlos Moedas.

Bruno Mascarenhas, vereador do Chega na Câmara Municipal de Lisboa, não vai renunciar ao mandato apesar da polémica que envolve a sua namorada. A parlamentaridade do partido apoia-o, afirmou o próprio em entrevista à SIC. A situação ganhou força após a RTP divulgar alegações sobre imóveis arrendados a imigrantes e sobre atividades profissionais da namorada, Mafalda Guerra.

A Fundação de Mafalda Guerra como vogal de administração dos Serviços Sociais da Câmara de Lisboa, nomeação que ocorreu em dezembro, está a ser revista internamente após a divulgação de práticas ainda não confirmadas. A exoneração do cargo ocorreu dias depois, segundo relatos da imprensa.

Rita Matias, deputada do Chega, pediu publicamente a demissão de Mascarenhas, defendendo que o vereador se demita ou passe a partir para a carreira independente. A posição foi reportada pelo Now e referida como um desfecho desejado pelo partido para manter a imagem interna.

Mascarenhas assegura ter garantias de André Ventura, líder do Chega, e diz que houve descontextualizações nas informações. O caso envolve também o pai de Rita Matias, Manuel Matias, que comentou publicamente através das redes sociais sobre formação autárquica e a gestão interna do partido.

Contornos da polémica

A crise envolve a atuação de Mafalda Guerra na Câmara de Lisboa, incluindo a alegação de que não haveriam recibos de arrendamento ou condições de habitabilidade em imóveis ligados a imigrantes. A direção do Chega informou que o tema está a ser avaliado pelo conselho de jurisdição.

A assessoria de Carlos Moedas, presidente da Câmara, tem sido acionada para clarificar a nomeação de Mafalda Guerra para os Serviços Sociais. A vereação já confirmou que houve uma exoneração associada a decisões administrativas, sem prever resoluções finais.

Situação interna do Chega

O líder do Chega mantém posição de neutralidade quanto às investigações em curso, sem indicar mudanças de governo local. O vereador afirma que existem “muitas histórias inventadas” e que o essencial é esclarecer os factos com transparência. A ordem de atuação ressalta a necessidade de apurar responsabilidades sem prejulgar conclusões.

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