- Seguro tinha prometido reunir o Conselho de Estado já em março, durante a campanha, partilhando a ideia nas redes sociais.
- A falta de entendimento no Parlamento adia a realização do primeiro Conselho de Estado, no melhor das hipóteses, para cerca de um mês após o previsto.
- Ainda não há indicação de quem irá indicar conselheiros do órgão de aconselhamento do Presidente.
- O Presidente da República não indicou publicamente pressa para definir os nomes nem para a Casa Civil.
- O atraso no processo legislativo mantém incerta a marcação do primeiro Conselho de Estado.
O projeto de Seguro de reunir, pela primeira vez, o Conselho de Estado parece enfrentar atrasos provocados pela falta de entendimento no Parlamento. A expectativa inicial era realizar o primeiro encontro já em março, mas a data permanece incerta. Além disso, o próprio líder não indicou nomes para os conselheiros.
A contestação entre instituições nacionais atrapalha o calendário. O Presidente da República idealizou o funcionamento do órgão consultivo, sem pressa para definir indicações, enquanto a Assembleia da República não desbloqueia o processo. A Casa Civil também não recebeu sinalizações sobre a lista de nomeações.
Contexto e próximos passos
A promessa de campanha associada ao calendário de março reflete a urgência apontada por António José Seguro. Contudo, o cenário político atual não oferece garantias de que o Conselho de Estado tenha quorum ou início de funcionamento nas próximas semanas. O processo de escolha dos conselheiros continua sem definição pública.
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