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Partidos defendem integração de amas independentes na Creche Feliz

Partidos propõem integrar amas independentes na Rede Creche Feliz, ampliando carreira, abrindo vagas e garantindo gratuitidade para famílias que as utilizem

As amas independentes podem receber até quatro crianças, tal como acontece com as das creches familiares, dependentes de instituições
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  • O Parlamento vai discutir, na quinta-feira, dia 19, vários projectos de lei sobre a atividade das amas.
  • As propostas foram apresentadas pelo Partido Socialista (PS) e pelo Bloco de Esquerda (BE).
  • Destaca-se a integração das amas independentes em regime livre na rede Creche Feliz.
  • A medida pretende permitir que famílias com amas independentes usufruam da gratuitidade.
  • Quem comenta é Luísa Sousa, da Associação dos Profissionais no Regime de Amas (APRA).

O Parlamento deverá apreciar na quinta-feira, 19, vários projectos de lei sobre a actividade das amas. As propostas chegam em meio a um debate sobre a justiça na carreira profissional e a criação de novas vagas no sector.

As iniciativas vêm principalmente do PS e do Bloco de Esquerda (BE). Segundo Luísa Sousa, da Associação dos Profissionais no Regime de Amas (APRA), estas propostas respondem às reivindicações do sector.

A medida central proposta é integrar as amas independentes no regime livre da rede Creche Feliz. Assim, as famílias que optem por estas profissionais poderão beneficiar da gratuitidade do serviço.

Medidas propostas e impactos

A integração visa tornar a carreira das amas mais atraente e facilitar a abertura de novas vagas no setor. A APRA vê este caminho como crucial para a professionalização e estabilidade das profissionais.

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