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Aguiar-Branco vê aproximação da UGT a consenso sobre lei laboral

Presidente da Assembleia valoriza a aproximação da UGT à lei laboral, abrindo caminho a reforma, enquanto a CGTP permanece afastada das negociações

José Pedro Aguiar-Branco falou aos jornalistas à margem da sessão distrital do "Parlamento dos Jovens"
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  • O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, afirmou estar satisfeito com o esforço de aproximação da UGT para chegar a um consenso sobre as alterações à lei laboral.
  • Afirmou que os avanços que conduzam a um acordo são positivos e que há necessidade de uma reforma nesta área, para não manter tudo na mesma.
  • Não comentou o afastamento da CGTP das negociações, dizendo não querer pronunciar-se sobre matérias de natureza política.
  • A UGT disse que houve um esforço de aproximação entre as partes e o Governo, com avanços que colocam o processo num patamar diferente; a central sindical vai analisar as propostas e, na próxima reunião, dar a sua posição.
  • O secretário-geral da UGT advertiu que ainda não é o momento de concluir se há acordo, mantendo a perspetiva de continuar o diálogo desde que haja vontade de todas as partes.

O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, mostrou-se satisfeito com o esforço de aproximação da UGT para um consenso sobre as alterações à lei laboral. A avaliação ocorreu nesta terça-feira, em Viana do Castelo, durante a sessão distrital do Parlamento dos Jovens.

Aguiar-Branco reforçou que é positivo avançar para uma reforma na área laboral e lembrou que os portugueses elegeram mudanças que tragam desenvolvimento económico e social. O objetivo é viabilizar uma reforma que permita evoluções em matéria laboral.

O presidente do Parlamento evitou comentar o afastamento da CGTP das negociações, não querendo pronunciar-se sobre questões políticas. A posição foi apresentada à margem do encontro com estudantes e demais participantes.

Na segunda-feira, o secretário-geral da UGT afirmou que houve um esforço de aproximação entre as partes e o Governo, destacando uma mudança de postura entre os parceiros. A central sindical indicou que vai analisar as propostas e apresentar a posição na próxima reunião.

Segundo a UGT, ainda não é o momento de prever um acordo definitivo, dado que existem pontos de discórdia por resolver. O secretário-geral reiterou a vontade de manter o esforço de consenso, desde que haja vontade de todas as partes envolvidas.

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