- A deputada do Chega, Rita Matias, pediu a demissão de Bruno Mascarenhas, vereador do Chega na Câmara de Lisboa, após a reportagem da RTP sobre Mafalda Livermore.
- Mafalda Guerra, que se apresenta como Mafalda Livermore, foi exonerada em relação aos Serviços Sociais da Câmara de Lisboa na sequência da investigação da RTP sobre alegadas casas clandestinas arrendadas a imigrantes.
- A RTP informa que Mafalda Guerra, criadora de uma empresa de serviços e criminologista, está a ser investigada pelo Ministério Público e alvo de queixas na Ordem dos Advogados, com alegações de falta de qualificação e adiantamento de dinheiro sem progressão dos processos.
- Carlos Moedas, presidente da Câmara de Lisboa, afirmou ter atuado de imediato em caso de quebra de confiança institucional; o líder do Chega, André Ventura, disse que Mafalda Guerra pediu a exoneração.
- A notícia repercute controvérsias anteriores sobre Mafalda Guerra e a relação com Bruno Mascarenhas, destacando desentendimentos passados entre Mascarenhas e Ana Simões Silva, que passou a independente.
Rita Matias, deputada do Chega, pediu a demissão de Bruno Mascarenhas, vereador deste partido na Câmara Municipal de Lisboa. A solicitação surge a partir de uma reportagem da RTP sobre Mafalda Livermore, exonerada dos serviços sociais da câmara.
A jornalista Mafalda Livermore foi afastada após a investigação de que arrendava casas clandestinas a imigrantes. A própria Mafalda Guerra, que partilha o cargo, está também a ser alvo de escrutínio público. A RTP questiona a legalidade dos imóveis e dos recibos.
A reportagem aponta que Mafalda Guerra é proprietária de imóveis com alojamentos clandestinos, sem recibos emitidos e sem condições de habitabilidade. Também envolve alegações de que terá recebido dinheiro adiantado de clientes sem avançar com os casos.
Na sequência, Mafalda Guerra afirma ter experiência como criminologista, com atuação em violência doméstica e abuso de menores, além de prestar assessoria jurídica. A RTP indica que o MP investiga-a e que há queixas na Ordem dos Advogados.
Carlos Moedas, presidente da Câmara de Lisboa, disse que houve uma quebra de confiança institucional e que agiu de forma rápida. André Ventura, líder do Chega, afirmou que Mafalda Guerra pediu a exoneração.
A epopeia envolve ainda suspeitas no passado, com reportagens sobre o relacionamento entre Mafalda Guerra e Bruno Mascarenhas, já após a nomeação dela para os serviços sociais. A automação de decisões no executivo de Lisboa ficou sob escrutínio.
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