- O caso de Mafalda Livermore, namorada de um vereador do Chega na Câmara de Lisboa, ter sido exonerada de serviços sociais por alegadamente arrendar casas a imigrantes gerou tensão interna no partido.
- A deputada Rita Matias pediu a demissão de Bruno Mascarenhas, afirmando desejar que haja consequências para quem envergonhe o partido.
- Manuel Matias, candidato à Câmara de Odemira, também pediu a demissão de Mascarenhas e criticou quem o defende, referindo que não há lugar para esse tipo de pessoas no Chega.
- A imprensa revelou várias nomeações polémicas no gabinete do Chega na Câmara de Lisboa, que contribuíram para a mudança de Ana Simões Silva para independente.
- Entre as escolhas contestadas está Sofia Borges Neves, prima de Mascarenhas, designada para responsável pelas redes sociais.
O caso envolvendo Mafalda Livermore, namorada do vereador do Chega na Câmara Municipal de Lisboa, levou a um afastamento dos serviços sociais da autarquia por alegadas locações de casas clandestinas a imigrantes. A situação gerou críticas internas e abriu uma crise no partido.
Na sequência, a deputada Rita Matias pediu a demissão de Bruno Mascarenhas, com a afirmação de que não pode haver alguém que envergonhe o partido ou defenda os seus interesses. Manuel Matias, antigo candidato à Câmara de Odemira, também pediu a demissão de Mascarenhas, afirmando que não há lugar para esse tipo de pessoas no Chega.
Uma série de nomeações polémicas para o gabinete do Chega na Câmara de Lisboa levou a que a segunda vereadora do partido, Ana Simões Silva, passasse a independente. A ARTP reportou que entre os nomes questionados está Sofia Borges Neves, prima de Mascarenhas, designada para chefiar as redes sociais.
Desdobramentos no Chega em Lisboa
A denúncia sobre Mafalda Livermore acionou críticas públicas contra a liderança do partido. Rita Matias reforçou a necessidade de responsabilização e de preservar a integridade institucional, sem emitir juízos de valor externos. A mobilização de base, segundo fontes, tem aumentado a pressão interna.
As declarações de Manuel Matias refletiram indignação entre militantes, com avaliações de que a gestão anterior pode ter impactos eleitorais. O Chega não confirmou ainda eventuais sanções formais ou mudanças adicionais na equipa municipal.
A escolha para a área de comunicação na Câmara de Lisboa permanecerá sob observação, face às controvérsias envolvendo relações familiares com membros do grupo dirigente. O partido não divulgou comentários oficiais sobre o tema até ao momento.
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