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Navio grego transportando petróleo russo é atacado no Mar Negro

Navio grego destinado a transportar petróleo russo foi atacado no Mar Negro com um míssil ou drone; danos materiais, sem vítimas, e o navio segue afastando-se da região

Ataque pode estar relacionado com a decisão dos EUA de aliviar sanções e permitir a venda de petróleo russo em trânsito
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  • Um navio grego, fretado pela Chevron, foi atacado no mar Negro num ataque com um “pequeno míssil ou drone”, causando danos materiais menores e sem vítimas.
  • O navio, o Maran Homer, zarpou de Salónica para transportar petróleo que deveria ser carregado no porto russo de Novosibirsk; a tripulação é composta por dez gregos, 13 filipinos e um romeno.
  • As autoridades gregas afirmam considerar inaceitável o ataque a navios com bandeira e propriedade gregas; ainda não se sabe quem foi o responsável nem as circunstâncias do incidente.
  • O ministro dos Assuntos Marítimos da Grécia sugeriu que o ataque pode estar ligado a pressões regionais e possivelmente à decisão dos Estados Unidos de permitir a venda de petróleo russo em trânsito durante um mês.
  • O navio conseguiu continuar a navegar por seus próprios meios e afastou-se da região; Zelensky e a União Europeia criticaram a decisão dos EUA sobre as sanções, ao passo que Washington justifica-a pela perturbação nos mercados provocada pela guerra no Irã.

O navio grego Maran Homer, fretado pela Chevron, foi atacado no mar Negro este sábado. O ataque, descrito pelo Governo grego, envolveu um pequeno míssil ou drone. Houve danos materiais, sem registar feridos, e o navio seguiu viagem.

O navio partiu de Salónica, no mar Egeu, com destino ao porto russo de Novosibirsk para carregar petróleo russo. A tripulação é composta por 10 Gregos, 13 Filipinos e 1 romeno. As autoridades ainda desconhecem as circunstâncias e a autoria do ataque.

Detalhes do incidente e envolvidos

O ministro dos Assuntos Marítimos da Grécia, Vasilis Kikilias, condenou o ataque a navios com bandeira e propriedades gregas. Não houve confirmação oficial sobre o responsável ou motivação, apenas a menção de possível ligação a pressões regionais.

O ministro sugeriu que a ação pode guardar relação com a decisão dos EUA de permitir a venda de petróleo russo em trânsito por um mês, sem atribuir culpa. Washington justificou a suspensão de sanções por perturbações nos mercados, associadas a conflitos na região.

Reações internacionais

A decisão dos EUA gerou críticas na União Europeia, que mantém sanções contra a Rússia desde o início da invasão da Ucrânia. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, expressou oposição à medida, argumentando que facilita receitas de guerra para a Rússia.

Após o ocorrido, o Maran Homer manteve a navegação com meios próprios e afastava-se da região, segundo o ministro grego. Não houve relato de novas ações ou detenções relacionadas com o incidente.

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