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Especialistas: Montenegro não devia ter usado serviços jurídicos do Estado

Especialistas defendem que o primeiro-ministro não deveria mobilizar a máquina do Estado num recurso ao Tribunal Constitucional sobre a lista de clientes da Spinumviva

O primeiro-ministro, Luís Montenegro
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  • O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anexou pareceres dos serviços jurídicos do Estado ao recurso apresentado no Tribunal Constitucional para contestar a decisão da Entidade para a Transparência de tornar pública a lista de clientes da Spinumviva.
  • Especialistas dizem que, do ponto de vista ético, Montenegro não deveria ter mobilizado a máquina do Estado para este recurso.
  • A notícia indica que há divergência entre especialistas quanto à existência de uma questão estritamente pessoal para o chefe do executivo no litígio.
  • O recurso visa impugnar a decisão de revelar a lista de clientes da Spinumviva.
  • A matéria é acompanhada pela observação de que a avaliação ética não é unânime entre os especialistas ouvidos pelo jornal.

O primeiro-ministro Luís Montenegro entregou no Tribunal Constitucional um recurso contra a decisão da Entidade para a Transparência de tornar pública a lista de clientes da Spinumviva. O recurso foi acompanhado de pareceres dos serviços jurídicos do Estado.

O objetivo é contestar a medida de divulgação dos clientes da empresa. Montenegro recorreu à via judicial para impugnar aquela decisão, apoiado pela documentação jurídica pública.

Especialistas ouvidos pelo PÚBLICO destacam que, do ponto de vista ético, a mobilização da máquina do Estado não era necessária. A avaliação diverge quanto à natureza do litígio, se pessoal ao chefe do executivo ou técnico.

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