- José Luís Carneiro foi reeleito secretário-geral do PS com 96,9% dos votos, sendo o único candidato nas eleições diretas.
- Participaram mais de vinte mil militantes, num universo de quarenta e seis mil quatrocentos e trinta e seis? Wait—the input says 20.636 votantes total, 53,2% de participação. We should not add miscalc. We’ll state: votaram 20.636, com participação de 53,2%.
- Resultados provisórios mostram 20.012 votos para Carneiro, 489 brancos e 135 nulos.
- Carneiro disse que é o líder político mais votado entre os que hoje se encontram na Assembleia da República.
- O dirigente destacou uma prioridade: encontrar respostas para cerca de 140 mil jovens que não estudam nem trabalham, visando restaurar a confiança na população.
José Luís Carneiro foi reeleito secretário-geral do PS com 96,9% dos votos, em eleições diretas que decorreram nos últimos dois dias. O resultado é provisório, com Carneiro a ter votado em Baião, na tarde de sábado, na única candidatura.
Mais de 20 mil militantes participaram nas urnas, num universo de 20.636 votantes, o que perfaz uma participação de 53,2%. Houve ainda 489 votos brancos e 135 nulos, segundo os resultados provisórios.
Carneiro destacou, no seu discurso na sede do PS, no Largo do Rato, em Lisboa, que os mais de 20 mil votos o tornam no líder político mais votado entre os dirigentes actualmente na Assembleia da República. O político sublinhou a necessidade de reconquistar a confiança dos cidadãos e apontou uma prioridade: enfrentar o desemprego entre os jovens, com 140 mil jovens sem estudo ou trabalho.
Resultados e participação
A direção respondeu que a vitória demonstra apoio ao caminho seguido e ao modo de fazer oposição ao Governo. O líder socialista reiterou a intenção de trabalhar para a melhoria das propostas políticas que afetem famílias e jovens em desespero pela falta de futuro.
Prioridades do mandato
Carneiro mencionou ainda a urgência de propostas para este segmento da população, com foco em educação, emprego e coesão social, alinhadas com a necessidade de reforçar a confiança pública. Fonte: Lusa.
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