- Três vereadores eleitos pelo Chega desvincularam-se do partido e passaram a independentes, assumindo pelouros em executivos liderados pelo PSD em Lisboa, Gaia e Fundão.
- Em Lisboa, Ana Simões Silva recebeu os pelouros da Saúde e do Desperdício Alimentar, fortalecendo a maioria da Câmara liderada por Carlos Moedas.
- Em Vila Nova de Gaia, António Barbosa ficou com Feiras e Mercados e Ambiente e Bem-Estar Animal, passando a adjunto do presidente, o que contribui para a maioria na vereação.
- No Fundão, Hugo Silva manteve-se independente e manteve pelouros na autarquia liderada pelo PSD.
- Em Coimbra, Maria Lencastre Portugal, ex-vereadora do Chega, foi nomeada gestora da escola profissional ITAP pela Câmara de Ana Abrunhosa, gerando críticas da oposição.
Desde as autárquicas, alguns vereadores eleitos pelo Chega que se desvincularam do partido passaram a independentes e assumiram pelouros em executivos liderados pelo PSD. Lisboa, Gaia e Fundão são exemplos, com impacto na governança de várias câmaras.
Em Lisboa, Ana Simões Silva, ex-vereadora do Chega que se tornou independente, recebeu os pelouros da Saúde e do Desperdício Alimentar. A decisão foi tomada por Carlos Moedas, que lidera a Câmara, para assegurar uma maioria estável na vereação.
Na Maia, no Porto, Vila Nova de Gaia, Luís Filipe Menezes reposicionou António Barbosa, vereador ex-Chega, atribuindo-lhe os pelouros de Feiras e Mercados, e Ambiente e Bem-Estar Animal, além de ficar com adjunto do presidente em três áreas, fortalecendo a maioria da coligação com PSD.
No Fundão, Hugo Silva, também ex-Chega, mantém-se como independente e recebe pelouros na autarquia liderada pelo PSD, mantendo a dinâmica de governança em curso.
Aproveitando o cenário, nota-se ainda que Coimbra nomeou Maria Lencastre Portugal, vereadora que deixou o Chega, para a gestão da escola profissional ITAP. A decisão provocou críticas da oposição, que vê transacção na composição da maioria liderada pela socialista Ana Abrunhosa.
Em Cascais, o PSD assinou acordo de governação com dois vereadores do Chega, mantendo pelouros na Secretaria de Transparência e Desporto. O acordo de fevereiro intensificou o papel do Chega nas estruturas municipais, com críticas do CDS-PP.
Sintra, por sua vez, integrou o Chega no executivo municipal. Marco Almeida, presidente da Câmara, nomeou dois vereadores do Chega para parte do elenco, gerando turbulência interna na Iniciativa Liberal, que contestou a decisão.
No caso de Tomar, o presidente Tiago Carrão convidou Samuel Fontes, eleito pelo Chega, para liderar Economia Local, Mercados e Feiras, bem como a gestão de cemitérios e da biblioteca, segundo a rádio local Hertz.
Estes exemplos ilustram uma tendência de realinhamento político em várias autarquias, com o Chega a manter presença através de independentes ou de alianças com o PSD, influenciando a composição de executivos e maiorias.
Notas: a verificação de cada caso varia por município e envolve alterações em pelouros, independência de membros e negociações entre partidos. As dinâmicas descritas refletem medidas tomadas entre 2025 e 2026, acompanhadas por coberturas de imprensa local e nacional.
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