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Sondagem: PS recupera terreno e aproxima-se da AD nas intenções de voto

Sondagem aponta empate técnico entre AD, PS e Chega, com AD e PS a 29% e Chega a 25%, refletindo aproximação entre os dois maiores opositores

A distância nas intenções de voto entre o PS e a AD diminuiu
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  • A sondagem ICS/Iscte para SIC e Expresso mostra equilíbrio entre os três maiores partidos: AD 29%, PS 29% e Chega 25%, com 9% de indecisos.
  • A margem de erro de 3,5% implica empate técnico entre AD, PS e Chega, mesmo com redistribuição de indecisos.
  • Em comparação com novembro de 2025, a coligação que sustenta o Governo cai dois pontos, enquanto PS e Chega sobem um ponto cada.
  • Entre os partidos mais pequenos, Iniciativa Liberal mantém-se perto de 4–5%, CDU sobe para 4%, e LIV e Bloco ficam em 2% ou menos.
  • Outro barómetro semelhante (Aximage, Diário de Notícias) aponta PS por volta de 27%, AD 26,6% e Chega 25,8%, dentro da margem de erro; quanto a António José Seguro, 46% esperam atuação mais interventiva e 42% anteveem cooperação institucional com o Governo.

A distância nas intenções de voto entre PS, AD e Chega encurtou, segundo uma sondagem ICS/Iscte para a SIC e o Expresso. Se as legislativas fossem hoje, 25% votariam AD, 24% PS e 21% Chega, com as marges de erro a sobreporem-se, gerando um empate técnico entre as três forças.

Com a distribuição de indecisos (9%), AD e PS surgem ambos com 29%, enquanto Chega fica com 25%. A pesquisa decorreu entre 27 de fevereiro e 8 de março, junto de 801 entrevistas válidas em 2778 contactos. A margem de erro máxima é de 3,5%.

Comparando com a última sondagem, em novembro de 2025, a coligação que sustenta o Governo perdeu dois pontos, e PS e Chega subiram um ponto cada, apontando para a estagnação do PSD e aproximação entre os dois maiores partidos da oposição.

Entre as mudanças desde as legislativas de 2025, o PS registou o maior crescimento, com aumento próximo de seis pontos percentuais. O cenário deixa em aberto a liderança da oposição entre PS e Chega, que disputam o estatuto desde então.

Entre os partidos mais pequenos, a Iniciativa Liberal mantém-se estável em cerca de 4% a 5%. A CDU sobe ligeiramente para 4% após a distribuição de indecisos. O Livre desce para 2%, tal como o Bloco de Esquerda, enquanto Pessoas-Animais-Natureza não ultrapassa 1%.

Outra sondagem recente, da Aximage para o Diário de Notícias, aponta PS em 27%, AD em 26,6% e Chega em 25,8%, também dentro da margem de erro. O retrato geral confirma três são as forças dominantes, em competição direta.

Perspectivas sobre o Presidente da República

A mesma sondagem avalia as expectativas sobre António José Seguro. Quase metade dos inquiridos (46%) espera intervenção mais ativa, face a 40% que antevêem atuação semelhante à de seu antecessor. A maioria prevê cooperação institucional entre Belém e São Bento.

Ao perguntar pela relação com o Governo, 42% consideram que Seguro vai colaborar com o Executivo, enquanto 32% apostam num papel de pressão para que o Governo decida. A fiscalização aparece como prioridade num terço dos entrevistados.

A avaliação da atuação recente do Presidente, numa escala de zero a dez, fica em média em seis. Os dados indicam expectativa estável de uma relação institucional entre as duas principais instituições.

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