- A Assembleia da República rejeitou a proposta do Chega para proibir hastear bandeiras ideológicas, reivindicativas ou de origem estrangeira em edifícios públicos.
- Votaram contra todos os partidos, à excepção do CDS-PP, que votou a favor.
- Os centristas já tinham uma proposta idêntica e pediram que a iniciativa baixasse sem votação para evitar rejeição pelo parceiro de governo.
- O debate foi marcado por trocas de acusações e insultos entre os intervenientes.
- O texto mantém o foco na proibição de bandeiras além da nacional em instituições públicas.
O parlamento rejeitou nesta sexta-feira a proposta do Chega para proibir hastear bandeiras ideológicas, reivindicativas ou de origem estrangeira em edifícios públicos. A votação opôs o Chega aos restantes partidos, que votaram contra, com o CDS-PP a votar a favor.
A discussão foi marcada por uma troca de acusações e insultos entre bancada. Os centristas apresentaram uma proposta idêntica e indicaram que eram a favor da medida, mas pediram que o seu projeto baixasse sem votação para evitar rejeição pelo governo.
A votação decorreu na Assembleia da República, em Lisboa. Pela posição de maioria, o Chega ficou isolado, com o CDS-PP a sustentar a sua linha. O debate manteve a tensão entre os partidos ao longo da sessão.
Contexto
- O PSD, PS, BE, PCP, e outros grupos recusaram a proibição, mantendo defesa da liberdade de símbolos nas instituições públicas.
- O CDS-PP reiterou que defende uma norma semelhante, ajustando o texto para permitir discussão adicional.
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