Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Parlamento rejeita proibição de bandeiras além da nacional em prédios públicos

Parlamento rejeita proibição de bandeiras ideológicas em edifícios públicos; CDS-PP vota a favor, outros partidos contra, debate marcado por acusações

Só o CDS-PP não votou contra a proposta do Chega
0:00
Carregando...
0:00
  • A Assembleia da República rejeitou a proposta do Chega para proibir hastear bandeiras ideológicas, reivindicativas ou de origem estrangeira em edifícios públicos.
  • Votaram contra todos os partidos, à excepção do CDS-PP, que votou a favor.
  • Os centristas já tinham uma proposta idêntica e pediram que a iniciativa baixasse sem votação para evitar rejeição pelo parceiro de governo.
  • O debate foi marcado por trocas de acusações e insultos entre os intervenientes.
  • O texto mantém o foco na proibição de bandeiras além da nacional em instituições públicas.

O parlamento rejeitou nesta sexta-feira a proposta do Chega para proibir hastear bandeiras ideológicas, reivindicativas ou de origem estrangeira em edifícios públicos. A votação opôs o Chega aos restantes partidos, que votaram contra, com o CDS-PP a votar a favor.

A discussão foi marcada por uma troca de acusações e insultos entre bancada. Os centristas apresentaram uma proposta idêntica e indicaram que eram a favor da medida, mas pediram que o seu projeto baixasse sem votação para evitar rejeição pelo governo.

A votação decorreu na Assembleia da República, em Lisboa. Pela posição de maioria, o Chega ficou isolado, com o CDS-PP a sustentar a sua linha. O debate manteve a tensão entre os partidos ao longo da sessão.

Contexto

  • O PSD, PS, BE, PCP, e outros grupos recusaram a proibição, mantendo defesa da liberdade de símbolos nas instituições públicas.
  • O CDS-PP reiterou que defende uma norma semelhante, ajustando o texto para permitir discussão adicional.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais