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Milhares contestam reformas de austeridade em Bruxelas, segundo vídeo

Protesto em Bruxelas contra reformas de austeridade do governo de Bart De Wever agrega entre oitenta mil e cem mil manifestantes, com confrontos pontuais

Um manifestante segura um cartaz durante uma ação de greve geral em Bruxelas, quinta‑feira, 12 de março de 2026.
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  • Em Bruxelas, dezenas de milhares de pessoas marcharam para contestar as reformas de austeridade do governo do primeiro-ministro Bart De Wever.
  • A polícia estimou a multidão em cerca de 80 mil pessoas; os sindicatos apontaram para mais de 100 mil participantes.
  • Os manifestantes empunhavam faixas e entoavam palavras de ordem pela cidade.
  • O protesto insere-se numa mobilização mais ampla dos sindicatos contra alterações previstas aos sistemas de pensões e de subsídios de desemprego.
  • Registaram-se alguns confrontos durante a marcha, com a polícia a enfrentar manifestantes, e equipas médicas a assistirem feridos, ainda que as autoridades tenham indicado que decorreu de forma maioritariamente pacífica.

Dezenas de milhares de pessoas reuniram-se em Bruxelas para contestar as reformas de austeridade promovidas pelo governo liderado pelo primeiro-ministro Bart De Wever. A manifestação seguiu pela capital belga, com foco em alterações aos sistemas de pensões e de subsídios de desemprego.

A polícia estimou cerca de 80 mil participantes, enquanto os sindicatos indicaram números superiores a 100 mil. Os manifestantes carregavam faixas e entoavam palavras de ordem contra as medidas anunciadas.

Registaram-se alguns confrontos durante a marcha. A polícia confrontou alguns grupos, e equipas médicas assistiram a participantes feridos, ainda que as autoridades tenham indicado que o protesto decorreu, em sua maioria, de forma pacífica.

Contexto

O protesto faz parte de uma mobilização mais ampla contra as alterações previstas aos sistemas de pensões e de subsídios de desemprego, com forças sindicais a exigir rejeição das propostas do governo.

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