- Mais de dois terços dos bombeiros de Sever do Vouga pediram a passagem à inatividade a partir da próxima segunda-feira, com 14 funcionários a ameaçar demissão.
- As queixas dirigidas à direção atual não estariam a ser ouvidas, conforme as informações da notícia.
- Uma vigília silenciosa de protesto está marcada para sexta-feira às 20 horas, junto ao quartel, durante a Assembleia Geral.
- Já são 393 as pessoas que assinaram uma petição pública pela demissão da direção dos bombeiros.
- O presidente da associação garantiu que não se demite.
O corpo de bombeiros de Sever do Vouga está a enfrentar um movimento interno de contestação. Mais de dois terços dos profissionais pedem a passagem à inatividade a partir da próxima segunda-feira, de acordo com os membros envolvidos. A medida pode afetar o funcionamento das operações na região.
Entre os pedidos, 14 funcionários da associação humanitária ameaçam demitir-se, após queixas dirigidas à atual direção, que apontam para falta de ouvidos às preocupações. Os organizadores destacam que as reclamações não têm sido consideradas.
Na sexta-feira, às 20h, junto ao quartel, está marcada uma vigília silenciosa de protesto, aberta à população. Ao mesmo tempo, 393 pessoas já assinaram uma petição pública pela demissão da direção, segundo os promotores do movimento.
Protestos e desdobramentos
A direção mantém a posição de não se demitir, afirmou o presidente da associação. Ainda não há indicação de eventual substituição de membros ou de alterações operacionais que possam resultar dos protestos em curso. A investigação de possíveis falhas de gestão não está detalhada publicamente.
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