- Há cinco noites consecutivas de protestos em Havana, com caceroladas nas varandas e portas das casas.
- Os habitantes denunciam a crise energética que provoca apagões longos, com até 15 horas sem energia.
- Estudantes universitários também participam, reunindo-se na Universidade de Havana para reclamar da falta de energia e de Internet.
- As ações refletem o descontentamento popular com a situação que impede trabalhar, estudar e conservar alimentos.
- Os protestos ocorrem nos bairros de Havana, evidenciando o aumento da insatisfação com a crise energética.
Havana, Cuba – Há cinco noites consecutivas que os habitantes se fazem ouvir com protestos e caceroladas nas portas e varandas, contra a crise energética que afeta o funcionamento quotidiano. As queixas centram-se na duração das falhas de energia.
Moradores dos bairros da capital participam de ações pacíficas, sinalizando descontentamento com o serviço público. Em alguns bairros, as ações têm sido diárias, com as famílias a exigir soluções rápidas para a interrupção do fornecimento.
Os protestos contam com a participação de estudantes da Universidade de Havana, que se juntam às ações de rua para reivindicar melhorias no acesso à energia e à internet, ambas severamente limitadas pela atual crise.
Ações de rua ocorrem num contexto em que a falta de energia impede atividades de trabalho, estudo e conservação de alimentos, afectando sobretudo famílias com recursos limitados e instituições educativas.
Antes de qualquer mudança significativa de tema, os protestos evoluíram para um padrão de manifestações noturnas, com foco na crítica à gestão da crise energética e no impacto direto sobre a vida diária.
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