- A Assembleia da República já tem os 12 nomes dos especialistas que vão integrar a Comissão Técnica Independente (CTI) para avaliar os incêndios de 2025.
- A comissão foi proposta pelo Partido Socialista e aprovada em setembro do ano passado.
- O Presidente da República visitou uma localidade afetada pelos fogos de 2025 e pediu rapidez no processo de composição.
- O Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) enviou ao Parlamento os dois nomes que ainda estavam em falta.
- Agora só falta Aguiar-Branco marcar a data da posse da CTI.
A Comissão Técnica Independente (CTI) para avaliar os incêndios florestais de 2025 está finalmente completa, faltando apenas a marcação da data de posse por Aguiar-Branco. A notícia surge depois do alerta emitido pelo Presidente da República numa visita à localidade afetada pelos fogos do ano anterior.
A Assembleia da República já tem os 12 nomes dos especialistas que vão integrar a CTI, conforme o conjunto de indicações aprovadas. A comissão resulta de uma proposta do PS, apresentada e aprovada em setembro do ano passado, mas cuja implementação tem sido morosa.
Após a reação do novo Presidente, António José Seguro, que manifestou espanto pela demora, o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) encaminhou hoje ao Parlamento os dois nomes que ainda estavam pendentes. A rapidez na entrega dos nomes evita novos atrasos no processo de constituição da CTI.
Composição e próximos passos
O envio dos dois nomes faltantes pelo CRUP permite, em teoria, a nomeação completa da CTI pela Assembleia da República. A partir da confirmação de todos os membros, o grupo deve iniciar funções para avaliar o que correu mal nos incêndios de 2025 e apresentar recomendações. A posse depende apenas da marcação por Aguiar-Branco.
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