Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

MP conclui que cartazes do Chega não são criminosos, mas podem ser ilegais

MP arquiva queixas sobre cartazes do Chega por alegada discriminação; mensagens não configuram crime, mantendo a proteção da liberdade de expressão

Para o Ministério Público, as mensagens em causa não constituem qualquer incitamento ou ameaça contra as minorias visadas
0:00
Carregando...
0:00
  • O Ministério Público arquivou cerca de cinquenta queixas-crime recebidas ou remetidas pela Comissão Nacional de Eleições sobre cartazes do Chega, considerados discriminatórios.
  • Os cartazes questionados diziam, entre outros, “Os ciganos têm de cumprir a lei”, “Isto não é o Bangladesh” e “Os imigrantes não podem viver de subsídios”.
  • O MP entendeu que as mensagens não constituem incitamento ou ameaça contra as minorias visadas.
  • A decisão mantém a ideia de que as mensagens podem ser legais, dentro do âmbito da liberdade de expressão.
  • A informação foi avançada pelo Correio da Manhã e confirmada pelo Público.

O Ministério Público arquivou cerca de cinquenta queixas-crime recebidas ou remetidas pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) sobre cartazes do Chega. As mensagens, consideradas alegadamente discriminatórias, geraram polémica pública em Portugal.

Segundo o MP, as expressões em causa não configuram incitamento nem ameaça contra as minorias visadas. A posição mantém-se mesmo após a análise dos textos presentes nos cartazes, que geraram queixas por parte de cidadãos e entidades.

As queixas viram o arquivamento confirmado por fontes. A notícia foi avançada pelo Correio da Manhã e confirmada pelo jornal Público, que não cita alterações legais substantivas, apenas a avaliação de ilegalidade potencial sem caracterizar crime.

Arquivamento e posição institucional

  • O MP diz ter concluído que as mensagens não excedem o enquadramento jurídico típico da liberdade de expressão.
  • A Comissão Nacional de Eleições foi quem remeteu parte das queixas, em contextos de controvérsia eleitoral.
  • A decisão não invalida a possibilidade de que as peças associadas possam ser consideradas ilegais, dependendo de futuras interpretações ou alterações legislativas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais