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Da aliança à tensão: a escalada entre Passos e Montenegro

Da aliança à ruptura, Passos Coelho e Montenegro trocam críticas públicas; a candidatura direta à liderança do PSD intensifica o confronto

Luís Montenegro esteve ao lado de Pedro Passos Coelho, como líder parlamentar do PSD, entre 2011 e 2015. Mais de uma década depois, protagonizam visões diferentes dentro do partido
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  • Foram aliados durante a troika e Passos Coelho chegou a apadrinhar o início da liderança de Luís Montenegro no PSD.
  • Hoje, ambos deixam recados e críticas um ao outro na praça pública.
  • A frase de Passos Coelho, “Eu só costumo dar conselhos a quem mos pede”, marcou o afastamento entre eles.
  • A tentativa de Montenegro de antecipar as eleições diretas para a liderança do PSD foi vista como mais um passo na ruptura.
  • A cisão entre os dois intensificou-se a partir do final de 2022.

O que aconteceu

Passos Coelho e Luís Montenegro, aliados na fase da troika, passaram a troçar publicamente das suas posições dentro do PSD. A tensão entre ambos intensificou-se após a campanha autárquica, com críticas e recados na praça pública. A disputa pela liderança do partido ganhou novo impulso na semana passada.

Quem está envolvido

Participam Pedro Passos Coelho, ex-líder do PSD, e Luís Montenegro, atual líder. Ambos estiveram ligados desde tempos de governo e ajudaram-se na liderança do PSD, até romperem alianças. A mudança de tom ficou patente através de declarações públicas.

Quando aconteceu

O sinal da escalada tornou-se visível na última campanha autárquica. A partir de então, a distância entre os dois ficou mais evidente. O episódio recente reforçou o rutura que já se adivinhava desde o final de 2022.

Onde ocorreu

Os desentendimentos passaram a ecoar em círculos públicos nacionais, incluindo entrevistas e declarações em meios de comunicação. O PSD, enquanto bloco político, tornou-se o palco das críticas entre antigos aliados.

Porquê

A diferença central prende-se com a visão sobre a liderança e o timing de eleições diretas. Montenegro defendeu a ideia de antecipar as eleições para o cargo, enquanto Passos Coelho mantém outra linha estratégica. A divergência refletiu-se em recados que expõem uma ruptura de bastidores.

Ruptura entre aliados

Entre ambos existe uma leitura distinta sobre o futuro do PSD. A relação de cooperação foi substituída por críticas em público, com cada um a justificar o seu posicionamento. A direção do partido permanece sob escrutínio interno.

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