- António José Seguro tomou posse como Presidente da República numa cerimónia que marcou o fim de dez anos de Marcelo Rebelo de Sousa em Belém.
- Garantiu cooperação institucional e agradeceu ao Parlamento e aos portugueses que nele votaram, dizendo que será Presidente de “Portugal inteiro”.
- Anunciou a descentralização das comemorações do 10 de Junho para refletir a milidade de todo o país.
- Refere-se a um novo ciclo de três anos sem eleições nacionais, dizendo haver uma “oportunidade de ouro” para entendimento entre os partidos, sem “unanimismos artificiais”.
- Reforçou que o compromisso é pela democracia e apela a que todos coloquem o interesse nacional acima de tudo.
António José Seguro tomou posse como Presidente da República nesta segunda-feira, no Palácio de Belém, substituindo Marcelo Rebelo de Sousa, que encerrou o seu segundo mandato após dez anos. Seguro assumiu o cargo numa cerimónia marcada pela transição institucional e pela promessa de liderar um ciclo político sem eleições nacionais no próximo triênio.
O Presidente eleito destacou a cooperação institucional entre as diferentes instituições, elogiou o Parlamento e os cidadãos que nele votaram e assegurou que será presidente de Portugal inteiro. Seguiu, ainda, a decisão de descentralizar as comemorações do 10 de Junho, reforçando o foco na participação cívica a nível distrital e local.
No discurso de tomada de posse, Seguro revelou a visão de um novo ciclo de três anos sem eleições nacionais, apresentando a ideia como uma oportunidade para que os partidos se entendam. Questionou a ideia de unanimismos artificiais, apontando para a necessidade de uma maturidade democrática. O objetivo é que o interesse nacional prevaleça nas decisões políticas, mantendo a democracia como eixo central da atuação governativa.
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