- A 9 de março de 2016, Marcelo Rebelo de Sousa tomou posse pela primeira vez como presidente da República.
- Momentos antes da cerimónia, quebrou o protocolo ao caminhar a pé desde a casa dos seus pais até à Assembleia da República, em Lisboa.
- Dois dias depois, no Porto, deixou-se envolver pela multidão, beijou e abraçou quem lhe apareceu pela frente e falou com as pessoas.
- O comportamento contrastou com o formalismo de Cavaco Silva, antigo presidente, que era avesso a desvios ao protocolo.
- A segurança da Presidência demorou a reagir ao contacto informal do novo chefe de Estado.
Momentos antes de tomar posse pela primeira vez, a 9 de março de 2016, Marcelo Rebelo de Sousa deu sinais do estilo que traria ao cargo. Rodeado por uma vaga de jornalistas, caminhou a pé desde a casa dos seus pais, no centro de Lisboa, até à Assembleia da República, onde decorreu a cerimónia.
No dia seguinte, no Porto, o presidente eleito deixou-se envolver pela multidão. Saudou e abraçou quem lhe surgiu pela frente e manteve contacto directo com o público. O ato quebrou o protocolo e surpreendeu a segurança oficial.
A postura menos contida contrastou com o formalismo a que os media estavam habituados durante o anterior governo, gerando discussões sobre o equilíbrio entre protocolo e acessibilidade institucional. A mudança de tom foi amplamente analisada na altura.
Interação com o público
Durante a deslocação em território portuense, Rebelo de Sousa aproximou-se das pessoas, trocou palavras e registou reações de cidadãos que o rodeavam. A atuação ficou marcada por um contacto mais directo com o povo.
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