- O funeral decorreu no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, com a missa de corpo presente a durar cerca de duas horas.
- A cerimónia incluiu a homilia do bispo Alexandre Palma e discursos emocionados do irmão, das filhas e dos netos.
- A filha despediu-se com uma frase emotiva dirigindo-se ao pai, chamando-o de “caçador de palavras”.
- O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, recordou o escritor e disse que Portugal pode ser maior e melhor por causa dele.
- A cerimónia terminou com a urna coberta pela bandeira nacional, a seguir para o cemitério de Benfica, onde viveu, e com a leitura do soneto Na Mão de Deus, de Antero de Quental.
O adeus a António Lobo Antunes aconteceu no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, ao meio-dia de sábado. A cerimónia contou com familiares, amigos e admiradores do escritor e incluiu uma missa de corpo presente de cerca de duas horas. O objetivo foi marcar a despedida pública do autor.
A homília ficou a cargo do bispo Alexandre Palma. Discursos emotivos foram proferidos pela irmã do escritor, pelas filhas e por alguns netos, numa cerimónia marcada pela emoção e pela memória da obra de Lobo Antunes.
A cerimónia incluiu ainda a leitura do soneto Na Mão de Deus, de Antero de Quental, um dos poetas de referência para o autor. A urna saiu da igreja coberta pela bandeira nacional e seguiu para o cemitério de Benfica, onde o escritor residiu.
Despedida emotiva e palavras de Marcelo
No final da missa, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lembrando o escritor, afirmou que Portugal pode ser maior e melhor por ter tido António Lobo Antunes. A cerimónia reuniu diversas personalidades da vida cultural e literária.
A saída da igreja contou com a presença de familiares que agradeceram a presença de quem se foi juntando à cerimónia. Cerca de alguns minutos após, a urna seguiu para o cemitério de Benfica, encerrando o funeral.
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