- Nuno Morais Sarmento, advogado e político do PSD, morreu neste sábado aos 65 anos.
- Foi ministro e o “número dois” do PSD, ao lado de Durão Barroso, com militância desde 1982 (militante número 5463).
- Rui Rio recordou uma ligação de quase cinquenta anos e falou numa perda para o partido.
- José Luís Carneiro, secretário-geral do PS, descreveu-o como político frontal, corajoso e combativo, e disse que é uma perda para o país.
- O PSD destacou-o como pensador e dirigente gigante, com moderação, lealdade e serviço público; lembranças de Aguiar-Branco e Marques Mendes enfatizaram a sua inteligência e lealdade.
Nuno Morais Sarmento, 65 anos, morreu este sábado. Advogado, político, ministro e figura de destaque no PSD, foi o número dois ao lado de Durão Barroso. A notícia foi comunicada pela própria família e confirmada por várias agências.
O antigo presidente do PSD Rui Rio recorda quase 50 anos de ligação com Morais Sarmento, tendo sido seu vice-presidente no partido. A nota de pesar foi partilhada na rede social X, destacando a amizade longa entre os dois.
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, descreve Morais Sarmento como politicamente frontal, corajoso e combativo. Serão marcadas as diferenças políticas, mas reconhece a perda para o país.
Reações políticas
O PSD descreve Morais Sarmento como um pensador e dirigente gigante, defensor da liberdade, tolerância e espírito cívico. A militância iniciou-se na JSD e durou até hoje, com 5463 como número de militante.
José Pedro Aguiar-Branco, presidente da Assembleia da República, lamenta a morte e destaca moderção, lealdade e serviço público. Enaltece também a resistência frente à doença, mantendo o amor pela vida.
Luís Marques Mendes, ex-presidente do PS, recorda Morais Sarmento como amigo frontal e leal, com inteligência fulgurante. Em nota enviada à Lusa, descreve o político como corajoso, intuitivo e pautado por princípios.
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