- Morreu Nuno Morais Sarmento, antigo ministro da Presidência e figura destacada do PSD, aos 65 anos, que recentemente presidia a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (demitiu-se por motivos de saúde).
- Reacções de pesar chegaram de várias forças políticas, destacando a sua inteligência, coragem e lucidez política, com referências à sua moderação e serviço público.
- Figuras como Marcelo Rebelo de Sousa, Luís Montenegro, Durão Barroso, Pedro Santana Lopes e Marques Mendes emitiram mensagens elogiando a sua carreira e amizade.
- O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, o secretário-geral do PSD, Hugo Soares, e o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, destacaram a marca de moderação, lealdade e contribuição para o país.
- Representantes de outros campos políticos, como o PS (José Luís Carneiro) e o líder regional do PSD no continente, Rui Rio, recordaram a influência de Morais Sarmento e o impacto da sua perda para a vida pública portuguesa.
A morte de Nuno Morais Sarmento, antigo ministro da Presidência e advogado, aos 65 anos, gerou uma onda de pesar em Portugal. A informação foi confirmada recentemente, com reações a aparecer de várias escolas políticas, da direita à esquerda. Morais Sarmento integrava governos de Durão Barroso e Santana Lopes e foi presidente da FLAD, posição da qual se demitiu por motivos de saúde.
Morais Sarmento destacou-se pela sua atuação estratégica e pela ligação a uma geração de democratas. A sua carreira compreendeu cargos políticos centrais e, mais recentemente, funções em instituições de apoio internacional. A notícia levou à lembrança de uma figura ligada à reestruturação da comunicação social e a reformas institucionais.
Reações de destaque
Marcelo Rebelo de Sousa mencionou a sua militância pela democracia e pela liberdade, reconhecendo-lhe a inteligência e a dedicação ao serviço público. Luís Montenegro enalteceu a inteligência e a coragem de Morais Sarmento, destacando a sua atuação na área da governação. Durão Barroso sublinhou a amizade de longa data e a lucidez demonstrada ao longo do exercício de cargos.
Pedro Santana Lopes recordou Morais Sarmento como um ser humano inteligente e como um ministro de grande valor, enquanto Marques Mendes o associou a uma amizade direta, frontal e leal, elogiando a coragem e a lucidez. José Pedro Aguiar-Branco enfatizou a moderação, lealdade e o empenho cívico do antigo governante.
Reconhecimento institucional e político
O PSD manifestou pesar, lembrando o legado de serviço público e a firmeza de convictions. Hugo Soares realçou que o país perde um militante distinto e que o partido perde uma das vozes mais firmes pela liberdade. António Leitão Amaro agradeceu o contributo de Morais Sarmento para as transformações da comunicação social.
José Luís Carneiro (PS) comentou a perda para o país, descrevendo Morais Sarmento como uma figura frontal e combativa. Rui Tavares (Livre) endereçou condolências à família e amigos. Rui Rio, antigo líder do PSD, lembrou a relação pessoal de quase meio século. Paulo Rangel recordou a lucidez política e o papel na reforma ministerial.
José Manuel Bolieiro (Governo dos Açores) expressou profundo pesar, classificando Morais Sarmento como figura relevante da vida democrática, com pensamento claro, elevada inteligência e sentido de serviço público. A comunidade política portuguesa acompanha o desfecho com várias homenagens e memórias públicas.
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