- Morais Sarmento, antigo ministro e advogado, morreu neste sábado; o PSD lamenta a sua morte e descreve-o como “pensador e dirigente gigante” e uma das vozes da defesa da liberdade, tolerância e espírito cívico.
- A nota de pesar do PSD lembra que foi militante desde 1982 e sublinha as três paixões do antigo dirigente: o PSD, o Direito e o mergulho.
- Várias figuras do espaço social-democrata se pronunciaram de forma de honra, incluindo o primeiro-ministro e presidente do PSD, Luís Montenegro, que elogiou a inteligência, sensibilidade política e a coragem dele, apontando a reestruturação da RTP como exemplo.
- O presidente da República, o presidente da Assembleia da República e o ex-presidente do PSD Rui Rio emitiram mensagens de pesar, enfatizando traços como moderação, lealdade, serviço público e amizade.
- O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, também manifestou tristeza, destacando a frontalidade, o carácter combativo e a contribuição de Morais Sarmento para o país, mesmo com diferenças políticas.
O antigo ministro Nuno Morais Sarmento morreu, entidadando uma saída marcada por uma onda de homenagens vindas de várias figuras políticas. A notícia foi tornada pública neste sábado, deixando o PSD e o universo político em luto pela perda de uma referência do partido e do debate cívico.
O PSD emitiu uma nota de pesar na qual Morais Sarmento é descrito como um pensador e dirigente de grande envergadura, defensor da liberdade, da tolerância e do espírito cívico. Foi militante do partido desde 1982, com uma carreira que incluiu a iniciação na JSD e uma dedicação à advocacia.
Ao longo da manhã, várias personalidades do PSD destacaram a importância de Morais Sarmento para a política nacional. O líder do partido, Luís Montenegro, expressou profunda tristeza e elogiou a inteligência e a coragem demonstradas na governação, citando a reestruturação da RTP como exemplo. O expressão de simpatia foi partilhada pela direção do PSD e pela família.
Reações
O atual presidente da República recordou Morais Sarmento como um político brilhante que partiu cedo demais. O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, lembrou a figura como alguém de moderação, lealdade e serviço público, destacando a resistência diante da doença. Também foram feitos votos de pesar pelo falecimento.
Rui Rio, ex-líder do PSD, relembrou uma ligação de quase 50 anos com Morais Sarmento, mencionando a ausência que fica com a partida de um conhecido durante décadas. Hugo Soares, secretário-geral do partido, enalteceu o legado de compromisso e o equilíbrio entre determinação e diálogo.
Do lado oposto, o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, reconheceu a importância de Morais Sarmento como figura frontal e combativa, embora com diferenças políticas, considerando-a uma perda para o país. A homenagem foi dirigida à família, aos amigos e ao seu partido.
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