- Morreu neste sábado aos 65 anos Nuno Morais Sarmento, advogado, político e antigo ministro da Presidência, tendo sido vice-presidente do PSD e próximo de Durão Barroso.
- Conhecido pela combatividade e pelo epíteto de “boxeur” no PSD, devido à sua participação no boxe ( Sporting Clube de Portugal).
- Nasceu a 31 de janeiro de 1961, em Lisboa; formou-se em Direito pela Universidade Católica e fez pós‑graduação em Direito Comunitário.
- Entre 2002 e 2005 foi ministro da Presidência e, no fim, ministro de Estado; desempenhou ainda funções como presidente do Conselho de Jurisdição Nacional do PSD.
- Nos últimos anos travou cancro no pâncreas; foi presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) entre agosto de 2024 e janeiro deste ano, quando apresentou a demissão. Em 2023 ofereceu a Montenegro um pin histórico do PSD e deixou conselhos sobre foco nas eleições e entendimentos à direita.
Nuno Morais Sarmento morreu este sábado, aos 65 anos. Advogado, político e figura de destaque no PSD, era conhecido pela combatividade política e pelo saque de ter sido o número dois de Durão Barroso.
Ao longo da vida foi ministro da Presidência nos XV e XVI Governos Constitucionais, e vice-presidente do PSD ao lado de Durão Barroso, Pedro Santana Lopes e Rui Rio. Também integrou estruturas públicas e privadas ligadas à Justiça e à proteção de dados.
Nascido em Lisboa, em 31 de janeiro de 1961, Morais Sarmento formou-se em Direito na Universidade Católica e fez uma pós-graduação em Direito Comunitário. Foi advogado na PLMJ desde 1995, com atuação na área de Resolução de Litígios.
O político permaneceu ativo até perto do fim, incluindo o congresso de 2023 do PSD, onde entregou um pin histórico ao líder Antonio Costa Monteiro e deixou conselhos sobre foco eleitoral e alianças à direita. Enfrentou doença oncológica nos últimos anos.
Morais Sarmento também ocupou cargos públicos variados: assessor jurídico do Alto-Comissariado para o Projeto Vida, membro da Comissão Nacional de Proteção de Dados e representante de Portugal em organismos europeus. Teve ligação de longo prazo com Durão Barroso.
Nos últimos meses, devido ao cancro no pâncreas, realizou várias hospitalizações e cirurgia. Em 2024 assumiu a presidência da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, cargo que deixou em janeiro deste ano por motivos de saúde, retornando a uma vida pública menos ativa.
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