- A Polícia Judiciária acusa uma mulher brasileira de 29 anos, residente na zona de Gondomar, de vender o seu bebé a um casal de Gondomar em 2024, recebendo 2.500 euros pelo recém-nascido.
- A mulher foi detida em flagrante no momento do parto e libertada depois, com apresentações periódicas às autoridades.
- A investigação indica que a gravidez ocorreu em contexto de vulnerabilidade social e que a mulher foi coagida por terceiros a vender o bebé.
- A acusação envolve tráfico de pessoas, abuso de incapaz e falsificação de documentos; a suspeita aguarda julgamento em liberdade.
- A Polícia Judiciária destaca o combate ao tráfico de pessoas e à venda ilegal de bebés e incentiva denúncias de atividades ilícitas nesta área.
A Polícia Judiciária (PJ) acusou uma mulher brasileira de 29 anos, residente na zona de Gondomar, de vender o seu bebé a um casal da mesma região, em 2024. A acusação sustenta que a entrega ocorreu após o parto, a troco de 2.500 euros.
A detenção ocorreu em flagrante na altura do parto e, depois, a mulher foi libertada mediante apresentações periódicas às autoridades. A investigação aponta para coerção por terceiros e para uma situação de vulnerabilidade social da alegada mãe.
Entre os crimes apontados pela PJ estão tráfico de pessoas, abuso de incapaz e falsificação de documentos. A arguida continua, segundo a PJ, a aguardar julgamento em liberdade. A polícia ressalta o combate a estas práticas e incentiva a denúncia de suspeitas nesta área.
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