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Fenianos passam a Fenianas durante dia junto aos Aliados

Fenianos passam a Fenianas por um dia, com conferências sobre sufrágio e igualdade, debates sobre democracia e violência no namoro, e reinauguração da biblioteca

Clube assinala Dia da Mulher com debates sobre igualdade e memória feminista
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  • Entre as 10 e as 20 horas, o Clube Fenianos Portuenses troca simbolicamente o nome para Fenianas, no edifício da Avenida dos Aliados, no Porto.
  • Às 11 horas, na Biblioteca Maria Paulina de Sousa, realiza-se uma conferência sobre o movimento sufragista e a emancipação feminina, ligada ao clube desde 1920.
  • Meia hora depois, realiza-se um debate sobre mulheres que resistem na Ucrânia e no Irão, em contextos onde os direitos básicos são questionados.
  • Às 14h45, o debate incide sobre as conquistas de cinquenta anos de democracia e as atuais ameaças, incluindo agendas misóginas da extrema-direita.
  • O programa inclui ainda uma conferência sobre grandes arquitetas, três exposições e sete momentos musicais por intérpretes femininas, com a reinauguração da Biblioteca Maria Paulina de Sousa às 10h30.

O Clube Fenianos Portuenses volta a ser hoje palco de uma cerimónia simbólica. Entre as 10h e as 20h, o edifício da Avenida dos Aliados, no coração da baixa do Porto, muda de nome para Fenianas, segundo o presidente Vítor Tito. O gesto visa manter coerência com a história do clube.

Fundado há 121 anos, o clube tem uma ligação antiga à defesa da igualdade. Desde 1920, tem acolhido debates ligados ao movimento sufragista e à emancipação feminina, reforçando o seu papel cívico ao longo das décadas.

Às 11h, na Biblioteca Maria Paulina de Sousa, decorre uma conferência sobre o movimento sufragista e a relação com o clube. Logo de seguida, às 11h30, há uma leitura sobre mulheres que resistem na Ucrânia e no Irão, em contextos de restrição de liberdades.

Programa do dia

Às 14h45, o debate centra-se nas conquistas de 50 anos de democracia e nas ameaças atuais. Observa-se que houve avanços, mas também sinais de retrocesso, com referências às agendas misóginas da extrema-direita.

Às 15h45, o foco são os jovens e os sinais de alerta nas relações afetivas, com destaque para relatos de violência no namoro, controle social e pressão nas redes.

O programa inclui ainda uma conferência sobre grandes arquitectas, três exposições e sete momentos musicais protagonizados por intérpretes femininas. A abertura da exposição Marias PaperDolls começa às 10h30.

A reinauguração da Biblioteca Maria Paulina de Sousa encerra o conjunto de atividades, sendo apresentada como um gesto político, afirma o presidente do clube.

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