- Exéquias de António Lobo Antunes decorreram este sábado em Lisboa, numa cerimónia privada na Igreja dos Jerónimos.
- À chegada, o exterior da igreja no Belém mistura-se com turistas, atletas da meia-maratona e câmaras de televisão.
- Os testemunhos familiares incluíram aerogramas do “rei António”, cartas de avós e de netos, e um pedido dirigido às filhas do escritor.
- A cerimónia ocorreu de manhã e ficou marcada pela emoção das pessoas presentes.
- Após a cerimónia, o funeral seguiu para o Cemitério de Benfica, em Lisboa.
Os exéquiais de António Lobo Antunes decorreram neste sábado em Lisboa, numa cerimónia privada na Igreja dos Jerónimos, em Belém. O evento revelou-se marcado por testemunhos familiares, incluindo referências a aerogramas do escritor, cartas de avós e de netos, e um pedido dirigido às filhas.
Entre os presentes estiveram familiares próximos do escritor, cuja homenagem enfatizou memórias partilhadas ao longo de várias décadas. A cerimónia privilegiou a intimidade e a expressão de afetos nos momentos de despedida.
O funeral começou de manhã, na Igreja dos Jerónimos, e seguiu para o Cemitério de Benfica, em Lisboa. O trajeto refletiu a passagem final da vida pública do autor para o último descanso.
À porta do mosteiro, o ambiente combinou curiosidade de turistas com a presença de meios de comunicação, num contexto que também acolhia uma corrida de boas-vindas à meia-maratona de Lisboa aguardando no local.
O espaço externo permaneceu preenchido por visitantes e pela cobertura mediática, enquanto a cerimónia interna enfatizava o legado literário de Lobo Antunes e as palavras dos familiares.
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